Europa avança com wi-fi gratuito em espaços públicos

O wi-fi já é quase omnipresente nas grandes cidades, mas a União Europeia pretende que também o seja em comunidades locais. Praças, largos, hospitais e parques vão ter acesso gratuito à internet.

Até 2020, os principais espaços públicos das cidades europeias vão passar a ter acesso gratuito à internet sem fios. O projeto WiFi4EU vai ser financiado pela União Europeia, depois da Comissão, o Conselho e o Parlamento Europeu terem chegado a acordo político esta sexta-feira. Nos próximos três anos vão ser investidos 120 milhões de euros para adquirir os equipamento necessários para instalar wi-fi gratuito em seis mil a oito mil municípios dos Estados-membros.

A medida tinha sido anunciada em setembro de 2016, mas apenas agora foi conseguido um acordo para avançar com a implementação. Ainda falta, no entanto, criar o sistema a partir do qual as autarquias vão poder candidatar-se a este projeto. A Comissão Europeia promete que este vai ser “um processo simples e não burocrático”. A UE prevê um alcance total de 40 a 50 milhões de ligações por dia.

“Será utilizada uma subvenção, sob a forma de vales, para adquirir e instalar equipamento de última geração, ou seja, pontos de acesso locais sem fios, ficando a autoridade pública responsável pelos custos de funcionamento da ligação“, explica a Comissão em comunicado.

[Queremos] construir uma Europa plenamente ligada, em que todas as pessoas têm acesso a redes digitais de elevada qualidade.

Andrus Ansip

Vice-presidente responsável pelo Mercado Único Digital

O objetivo será “responder às necessidades crescentes de conectividade dos cidadãos europeus e aumentar a competitividade da Europa”. O vice-presidente responsável pelo Mercado Único Digital afirmou que quer “construir uma Europa plenamente ligada, em que todas as pessoas têm acesso a redes digitais de elevada qualidade”.

Andrus Ansip diz ainda existirem desafios para o futuro, nomeadamente tendo em vista “melhorar a coordenação do espetro à escala europeia e estimular os investimentos em redes de capacidade elevada de que a Europa precisa”.

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