Google negoceia regalias para nova sede em Londres

  • Bloomberg
  • 3 Junho 2017

Funcionários que trabalhem no novo escritório londrino não terão nenhuma desculpa para ficar fora de forma.

Os funcionários que trabalharem na nova sede que o Google planeia inaugurar no Reino Unido, cujo comprimento será maior do que a altura do edifício mais alto da União Europeia, não terão nenhuma desculpa para ficar fora de forma.

As propostas, enviadas pela Google U.K. e pelos parceiros ao Conselho de Camden nesta semana, incluem uma “pista de obstáculos” de 200 metros no terraço, uma piscina com três pistas, salas de massagem, diversas academias e um campo desportivo para basquete, futebol e badminton. Os funcionários menos enérgicos poderão assistir às atividades de uma escada diagonal que atravessa os 11 andares do edifício até chegar ao jardim do telhado e que funcionará também como um espaço para descansar.

O edifício de 93.000 metros quadrados vai fazer parte de um campus construído perto dos escritórios pré-existentes da empresa de tecnologia, na zona de King’s Cross.

As novas plantas dos escritórios substituem um projeto anterior, aprovado em 2013 para o sítio perto da estação de comboios de King’s Cross. A Google, que pertence à Alphabet, emprega atualmente cerca de 4.000 funcionários no Reino Unido, a maioria num escritório que fica perto da nova sede. A construção vai começar no próximo ano.

O edifício ocupará a maior parte de um terreno de 330 metros e será um pouco mais alto do que o arranha-céu Shard, de 310 metros de altura, em Londres. O Google convocou vários arquitetos e designers, incluindo Thomas Heatherwick — que também está envolvido na nova sede da empresa na Califórnia e é famoso por ter recriado o emblemático “autocarro” de dois andares de Londres.

A cobertura terá um jardim de 300 metros que, além da pista de corrida e das áreas de lazer, também contará com flores silvestres. O Google está entre uma série de grandes empresas de tecnologia, como o Snap e Apple, que têm planos para ampliar os escritórios em Londres, apesar das incertezas sobre a saída do Reino Unido da União Europeia.

“Aqui no Reino Unido para mim está claro que a ciência da computação terá um ótimo futuro, com os profissionais, as instituições académicas e a paixão pela inovação que vemos ao nosso redor”, disse o CEO do Google, Sundar Pichai, em novembro.

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