Os destinos mais populares do ano, segundo o Google. Portugal está bem lá em cima

Na semana de 10 a 16 de julho, Portugal foi mesmo o destino mais pesquisado de todo o mundo, à frente de Angola, Moçambique, Suíça e França, que fizeram o top 5.

Um ano de pesquisas são muitas pesquisas. E permitem conhecer muito sobre o mundo. Incluindo quais são os destinos preferidos dos internautas. O Google já divulgou a lista dos assuntos mais pesquisados e, na categoria de locais, Portugal aparece em destaque: foi o terceiro destino mais procurado em todo o mundo, só atrás de França, o primeiro, e Orlando (na Florida), o segundo.

destinos

O pico de pesquisas em Portugal foi na semana de 10 a 16 de julho. Nessa semana, Portugal foi mesmo destino mais pesquisado do mundo, à frente de Angola, Moçambique, Suíça e França, que fizeram o top 5. E a cidade portuguesa mais pesquisada? Lagos, no Algarve.

Lagos, Algarve
Lagos, no Algarve, foi a cidade portuguesa mais pesquisada, em todo o mundo, durante o ano de 2016.Elizabeth Lies / Unsplash

Entre os 23 destinos que entram na lista dos mais pesquisados no Google, estão também cidades como Havana, em Cuba, Bagdade, no Iraque, Oaxaca, no México, ou Istambul, na Turquia.

Fica aqui a lista completa dos destinos mais populares este ano:

  1. França
  2. Orlando, Florida
  3. Portugal
  4. Rio de Janeiro, Brasil
  5. Polónia
  6. Munique, Alemanha
  7. Bruxelas, Bélgica
  8. Dallas, Texas
  9. Nice, França
  10. Panamá
  11. Istambul, Turquia
  12. Roménia
  13. Charlotte, North Carolina
  14. Irlanda do Norte
  15. Baton Rouge, Louisiana
  16. Oaxaca, México
  17. Flint, Michigan
  18. Bagdade, Iraque
  19. Palm Springs, Califórnia
  20. Shibuya, Tóquio, Japão
  21. Havana, Cuba
  22. Reiquiavique, Islândia
  23. Tulum, México

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Os destinos mais populares do ano, segundo o Google. Portugal está bem lá em cima

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião