A Microsoft está em mudanças: funcionários com malas à porta

  • Ana Batalha Oliveira
  • 3 Julho 2017

A gigante tecnológica quer reorganizar a força de trabalho para apostar mais na venda de software de cloud. A restruturação vai implicar a redução dos postos de trabalho.

A Microsoft vai avançar com alterações à sua estrutura que vão colocar os serviços de cloud no centro das prioridades. Para já, o que se sabe é que esta reorganização vai ter como efeito colateral o corte de postos de trabalho sobretudo na área de marketing.

A Microsoft recusou-se a comentar à Bloomberg a possibilidade de despedimentos. Mas o renovado foco na venda dos serviços de cloud, de forma a apanhar a líder Amazon, deverá resultar numa redução dos funcionários encarregues do marketing nas unidades de Negócios Comerciais Mundiais, mas também noutras divisões da empresa, embora em menor número.

O ano fiscal da Microsoft acaba, geralmente, no mês de julho o que torna o momento ideal para proceder a restruturações. Também no mês de julho do ano passado, a Microsoft anunciou o despedimento de 2.850 funcionários. Em 2015, o número de despedimentos por esta altura ascendeu aos 7.800.

Numa nota inversa, no início do mês de junho a Microsoft esteve a contratar em Portugal, na feira de emprego Landing.careers Festival. Neste espaço, foram lançadas ao todo 5.000 oportunidades de emprego.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

A Microsoft está em mudanças: funcionários com malas à porta

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião