CGD cria direção para gerir venda de ativos

  • ECO
  • 4 Agosto 2017

Com a conclusão das nomeações para a administração surgem três novas direções, uma para gerir ativos para venda, outra para banca digital e outra para gerir o património do banco público.

O banco público vai criar uma direção que juntará as suas participações não estratégicas, com o objetivo de as alienar ou de encontrar uma forma de gerarem valor. A informação foi apurada pelo Jornal de Negócios (acesso condicionado) e terá sido uma das mudanças decididas por Paulo Macedo depois de ver as nomeações para comissão executiva da Caixa Geral de Depósitos (CGD) concluídas.

Do pacote farão parte os 10% do banco no Taguspark, os 8% do mesmo na Sofid e a Esegur, entre outros. A Caixa foi obrigada pela Comissão Europeia a abandonar os negócios fora do setor bancário. Esta direção será liderada por Nuno Martins, antigo adjunto de Mário Centeno na pasta das Finanças, agora administrador executivo da CGD.

Com a conclusão das nomeações para a equipa da comissão executiva da instituição bancária, surgem mais duas direções, uma de banca digital e outra de recursos e meios, para gerir o parque imobiliário do banco público. As duas ficarão à responsabilidade de Carlos Albuquerque, antigo diretor de supervisão prudencial do Banco de Portugal.

Carlos Albuquerque e Alberto Souto eram os últimos nomes que aguardavam aprovação para serem integrados na administração da CGD, já assumiram funções. A administração da Caixa fica assim composta por 14 membros, dos quais oito executivos e seis não executivos

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