Entrar à borla no Web Summit? Tudo é possível para as startups

  • Ana Batalha Oliveira
  • 16 Agosto 2017

A Accenture Strategy e a Planet Tech querem premiar com uma ida ao Web Summit vinte startups que estejam a trabalhar para"mudar o futuro do nosso planeta".

Startups que desenvolvam soluções de tecnologias limpas, transparência e eficiência de recursos: são estas as que podem ganhar entradas para o Web Summit. A Planet Tech e a Accenture Strategy vão selecionar vinte empresas que terão direito aos bilhetes de entrada, viagem e estadia em Lisboa durante a segunda edição do Web Summit a realizar-se na capital portuguesa, entre os dias 6 e 9 de novembro.

Estamos à procura de startups que estejam a trabalhar para mudar o futuro do nosso planeta para melhor”, explicam a Planet Tech e a Accenture, em comunicado. Estas empresas convidam as vinte startups vencedoras a juntar-se ao seu programa Alpha, que inclui um espaço de exibição na Web Summit por três dias para quatro representantes de cada startup. Para além das oportunidades dentro da conferência de tecnologia e empreendedorismo, voos e estadia que podem estender-se até aos 1000 euros fazem parte da oferta.

As startups interessadas podem candidatar-se no próprio site do Web Summit. Fora do concurso, as startups que queiram ter acesso ao evento podem adquirir as entradas por 641 euros por pessoa, para grupos entre 5 e 9 pessoas, pois ainda estão no período “early bird”. Brevemente o valor subirá para os 808 euros por pessoa, o preço regular, e para os mais demorados, a quantia pode ascender aos 2.550 euros.

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Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

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O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

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No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

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