Deloitte. Há 30 anos a premiar transparência nas empresas

  • ECO
  • 18 Setembro 2017

A 30ª edição dos prémios IRGA, que distinguem as melhores práticas de governo e de transparência nas empresas cotadas, decorre esta terça-feira.

A Deloitte volta, esta terça-feira, a distinguir empresas e profissionais pelas melhores práticas de governo. É a 30ª edição dos Investor Relation & Governance Awards (IRGA), que visam “promover a transparência e distinguir a excelência”.

Este ano, a cerimónia vai girar em torno do tema “Golden Circle”. O objetivo, explica a consultora, é “destacar o rigor que ilumina o caminho, promover a transparência e distinguir a excelência”. Assim, a Deloitte vai premiar presidentes executivos, diretores financeiros e equipas de investor relations das empresas cotadas nacionais, reconhecendo “as melhores práticas desenvolvidas no ano anterior em investor relations“.

Há oito categorias:

  • Melhor CEO em investor relations;
  • Melhor CFO em investor relations;
  • Melhor investor relations office;
  • Melhor relatório e contas do setor financeiro;
  • Melhor relatório e contas do setor não financeiro;
  • Golden company, que reconhece as empresas que se destacam pela dimensão, performance, internacionalização e potencial de futuro;
  • Investidor do ano;
  • E lifetime achievement.

O júri deste ano é composto por Manuel Alves Monteiro, o economista Alberto de Castro, António Gomes Mota, o professor António Saraiva, a gestora Esmeralda Dourado, o economista João Duque, o gestor e político Jorge Coelho, Luís Amado, a professora Patrícia Teixeira Lopes e Rui Rio.

A gala de entrega de prémios vai decorrer esta terça-feira, pelas 20h, no Convento do Beato, em Lisboa. Os nomeados só serão conhecidos durante o evento.

30 anos de prémios. Há surpresas?

A Deloitte distingue as melhores práticas de transparência há 30 anos e há alguns repetentes a vencer os prémios. O BPI (que foi o primeiro vencedor destes prémios, em 1987) e o BCP, por exemplo, já venceram, por várias vezes, o prémio de melhor relatório e contas do setor financeiro. No setor não financeiro, a EDP marca presença assídua. Do lado dos CEO, Francisco Lacerda, à frente dos CTT, venceu as duas últimas edições.

Mas isso não significa que não haja espaço para surpresas. Ao ECO, o presidente do júri dos IRGA, Manuel Alves Monteiro, destaca que há cada vez mais empresas de média ou pequena dimensão a quererem ter uma gestão, uma governance e talento tão bons ou melhores do que os que se observam nas grandes empresas”.

No fim do dia, o objetivo é reconhecer as empresas e profissionais que “lutam por impor boas práticas na sua forma de atuação e por serem bons exemplos”, sublinha Manuel Alves Monteiro. E, “felizmente, há muitos”.

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