Do melhor CEO ao investidor do ano. As oito categorias dos prémios IRGA

  • ECO
  • 18 Setembro 2017

Entre os critérios de nomeação, contam-se alguns como a reputação, rigor, independência, experiência, disponibilidade para contactar com o mercado ou conhecimento técnico.

Estão prestes a ser atribuídos os Investor Relations & Governace Awards (IRGA). Pelo 30º ano consecutivo, a consultora Deloitte vai distinguir empresas e profissionais por boas práticas de governo, com o objetivo de “promover a transparência e distinguir a excelência”.

Há oito categorias de prémios a atribuir. Ainda não são conhecidos os nomeados para cada categoria que serão revelados esta terça-feira à noite, numa cerimónia que vai acontecer no Convento do Beato, em Lisboa. As categorias são:

  • Melhor CEO em investor relations;
  • Melhor CFO em investor relations;
  • Melhor investor relations officer;
  • Melhor relatório e contas do setor financeiro;
  • Melhor relatório e contas do setor não financeiro;
  • Lifetime achievement;
  • Investidor do ano;
  • E Golden Company, que reconhece as empresas que se destacam pela dimensão, performance, internacionalização e potencial de futuro.

Entre os critérios de nomeação, contam-se alguns como a reputação, rigor, independência, experiência, disponibilidade para contactar com o mercado ou conhecimento técnico.

No ano passado, Francisco Lacerda e André Gorjão Costa, ambos da comissão executiva dos CTT, foram os vencedores das categorias de melhor CEO em investor relations e melhor CFO em investor relations, respetivamente. O BCP recebeu o prémio de melhor relatório e contas do setor financeiro e a EDP levou para casa o prémio de melhor relatório e contas do setor não financeiro.

Este ano, apesar de ser já a 30.ª edição, poderá haver surpresas, diz Manuel Alves Monteiro, presidente do júri dos IRGA. “Independentemente de o nosso mercado não ser muito vasto, o que é certo é que há sempre empresas, muitas, que têm um bom desempenho, que lutam por impor boas práticas na sua forma de atuação e por serem bons exemplos. E há também pessoas que, pela forma como desempenham os seus cargos, são também merecedoras da nossa admiração e do nosso estímulo”, refere ao ECO.

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