Mude o futuro da saúde e vá ao Web Summit com o TechCare

  • ECO
  • 28 Setembro 2017

Empresas na fase de produção ou com protótipos em fase de testes podem candidatar-se até 15 de outubro. Startups selecionadas participarão num bootcamp e no Web Summit.

Como serão os cuidados de saúde daqui a dez anos? O grupo farmacêutico suíço Novartis juntou-se à Beta-i e à Deloitte Digital para incentivar as startups a pensar esse futuro hoje. Encontrar soluções, ferramentas e métodos tecnológicos que respondam às necessidades do ecossistema português é o propósito do TechCare, programa criado por estas entidades e cujas inscrições estão abertas até 15 de outubro.

“Procuramos startups que já tenham uma ideia em fase de produção ou protótipos em fase
de testes“, explicou ao ECO Luís Rocha, Diretor de Relações Institucionais e Acesso ao Medicamento. As áreas tecnológicas a explorar são: cloud health (serviços de armazenamento na nuvem que otimizem custos, segurança e performance), marketing digital, inteligência artificial, metadados, Internet das coisas, realidade aumentada e realidade virtual.

As dez melhores empresas participarão num bootcamp, na sede da farmacêutica, em Oeiras. Durante uma semana, representantes da Novartis e nomes relevantes de várias áreas do ecossistema da saúde estarão em contacto com os participantes. No final, um júri constituído por médicos, colaboradores da empresa suíça e responsáveis por algumas instituições médicas validará os produtos e fará a aferição das propostas de valor.

“O programa constitui-se como uma oportunidade para as startups acrescentarem valor, desenvolverem e validarem o seu produto com peritos na área da saúde. Durante o programa, as empresas terão acesso à rede Novartis e às sinergias da Deloitte e Beta-i que as ajudarão a adaptar o seu produto às reais necessidades do mercado“, acrescentou Luís Rocha.

Além disso, as dez empresas selecionadas poderão participar no Web Summit, conferência sobre tecnologia que acontece, anualmente, em Lisboa. Em aberto, fica o apoio da Novartis à concretização dos projetos. No bootcamp, a melhor ideia será avaliada no sentido da implementação de um piloto.

Insuficiência cardíaca, psoríase, espondiloartrites, asma, esclerose múltipla, patologias retinianas, oncologia e doença pulmonar obstrutiva crónica são as áreas terapêuticas a que o TechCare presta atenção. Os desafios propostos às startups vão no sentido do diagnóstico, gestão da doença, redes colaborativas e criação de valor.

Esta é a primeira edição da TechCare e reflete, segundo a empresa, a vontade de facilitar “a entrega e concretização da inovação ao serviço dos doentes e do sistema de saúde”.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Mude o futuro da saúde e vá ao Web Summit com o TechCare

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião