IHRU avança com reabilitação de 17 bairros sociais

  • Lusa
  • 4 Outubro 2017

Dos 17 projetos, dois já estão aprovados: a reabilitação do bairro social de Arcozelo, em Barcelos, e de 14 edifícios do bairro Amarelo, em Almada. Em causa está um investimento de 16,3 milhões.

O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) anunciou esta quarta-feira que está a desenvolver projetos e candidaturas para a reabilitação de 17 bairros sociais, totalizando 1.632 fogos, num investimento superior a 16,3 milhões de euros.

“É a primeira vez que o IHRU tem acesso a fundos comunitários para este tipo de projetos, no âmbito dos programas de reabilitação urbana do Portugal 2020, criados em 2014 e 2015”, refere aquele organismo, em comunicado. Segundo o IHRU, dos 17 projetos, dois já estão aprovados, que são a reabilitação do bairro social de Arcozelo, em Barcelos, e de 14 edifícios do bairro Amarelo, em Almada.

"É a primeira vez que o IHRU tem acesso a fundos comunitários para este tipo de projetos, no âmbito dos programas de reabilitação urbana do Portugal 2020, criados em 2014 e 2015.”

Comunicado IHRU

Dos restantes projetos, já foram apresentadas quatro candidaturas e as restantes 11 serão entregues até ao final do corrente ano.

O bairro de Arcozelo, em Barcelos, foi construído em 1973 e é a primeira vez em 44 anos que tem obras de reabilitação integral dos edifícios.

“Estas obras tiveram início no mês de março e visam a remodelação e isolamento das coberturas, revestimento das fachadas com materiais eficientes em termos energéticos, substituição de todas as janelas e respetivas caixilharias e reparação e beneficiação das áreas comuns dos edifícios, nomeadamente escadas e redes comuns de água e eletricidade”, salienta o documento.

No caso dos 14 edifícios do bairro Amarelo, em Almada, cuja construção foi concluída entre 1980 e 1982, serão realizados os trabalhos de reabilitação das partes comuns, nomeadamente, coberturas, fachadas, zonas de circulação e renovação das instalações técnicas, mantendo as características gerais da arquitetura existente. “Como estratégia de intervenção, pretende-se uma reabilitação faseada, priorizando os edifícios em pior estado de conservação, tendo sido identificados os primeiros 14 lotes. Os restantes lotes – 15 a 34, são objeto de uma segunda candidatura que será entregue ainda este ano”, conclui.

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