Revista de imprensa internacional

  • ECO
  • 19 Outubro 2017

A Seat poderá sair da Catalunha, o crescimento económico da China continua a encher as expectativas do governo, e a UE pede sete mil milhões de euros para pagar pensões de antigos oficiais do bloco.

Uma mala coberta de diamantes está à venda e procura potenciais compradores em várias cidades do mundo. Na Catalunha, a Seat poderá tomar a decisão de saída para outra região de Espanha. Já na China, os números do crescimento económico aumentam a confiança do presidente Xi Jinping, que apresenta os planos para o país nos próximos cinco anos. Estes e outros destaques que fazem a atualidade internacional.

The Guardian

Mala mais cara do mundo está à venda… por 3,8 milhões de dólares

São mais de 4.500 diamantes a cobrir a mala feita à mão, em ouro de 18 quilates. A Mouawad 1001 Nights é considerada a mala mais cara do mundo, avaliada em 3,8 milhões de dólares, e foi colocada à venda esta semana. De acordo com a Christies’s, que levará a cabo a venda, a peça demorou mais de 8.800 horas a ser concebida. A mala será exibida a potenciais compradores em Hong Kong, seguindo-se Genebra e Londres no próximo mês.

Leia a notícia completa aqui (Conteúdo em Inglês/ Acesso Livre).

El Mundo

Volkswagen dá luz verde à Seat para abandonar a Catalunha

Os potenciais riscos à segurança jurídica levaram o grupo alemão deixar nas mãos da Seat a decisão final de mudar a sua sede para fora da Catalunha. Segundo fontes próximas do El Mundo, o fabricante automóvel espanhol tem vindo a contactar por várias vezes com a Volkswagen a possível saída da comunidade, tendo já delineado um plano de alteração de instalações para ativar em caso de necessidade. A estratégia visa proteger trabalhadores, acionistas e clientes.

Leia a notícia completa aqui (Conteúdo em Espanhol Acesso Livre).

Business Insider

UE pede sete mil milhões de euros em pensões ao Reino Unido

Antes do desfecho das negociações do Brexit, a União Europeia exigiu ao Reino Unido que pague sete mil milhões de euros em obrigações com pensões para oficiais da UE aposentados. Trata-se do maior ponto de divergência entre as duas partes. Um grupo de antigos ministros conservadores escreveu uma carta dirigida a Theresa May a sugerir um cenário sem acordo com a União Europeia.

Leia a notícia completa aqui (Conteúdo em Inglês/ Acesso Livre).

Financial Times

Economia chinesa cresce 6,8% no terceiro trimestre

Na semana do Congresso do Partido Comunista, a China regista um crescimento económico de 6,8% no terceiro trimestre, um valor ligeiramente abaixo do registado no período passado. Ainda assim, os valores encontram-se acima dos objetivos anuais de 6,5% do governo. Os números dão confiança ao presidente Xi Jinping, que apresenta agora o plano do Partido Comunista para os próximos cinco anos.

Leia a notícia completa aqui (Conteúdo em Inglês/ Acesso Condicionado).

CincoDías

Samsung alia-se à Google. A aposta passa pela realidade aumentada

Google e Samsung juntam-se para fazer frente à Apple, que lançou no mês passado o ARKit, a tecnologia da empresa da Califórnia para realidade aumentada. A tecnológica sul coreana avançou que os seus programadores poderão usar a ARCora, a plataforma de desenvolvimento de conteúdos para realidade aumentada da Google, inicialmente planeada para o sistem operativo móvel Android. A aliança fará chegar as novas tecnologias a utilizadores de equipamentos mais recentes como o Galaxy S8, o S8+ e o Galaxy Note8.

Leia a notícia completa aqui (Conteúdo em Espanhol/ Acesso Livre).

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Revista de imprensa internacional

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião