Resultados e política afastam Wall Street de máximos

O dia não foi especialmente positivo ao nível dos resultados da empresas, enquanto Donald Trump mereceu críticas vindas da sua própria ala partidária, levando as bolsas a terreno negativo.

As bolsas norte-americanas sofreram a maior queda em sete semanas na sessão desta quarta-feira. Os três principais índices recuaram em plena temporada de prestação de contas, com algumas empresas a apresentarem fracos resultados trimestrais.

O S&P 500 recuou 0,47% para 2.557,16 unidades, enquanto o industrial Dow Jones desvalorizou 0,48% para 23.329,67 pontos. Ambos os índices afastaram-se, assim, dos máximos históricos registados na sessão desta terça-feira. O tecnológico Nasdaq foi o que mas derrapou, caindo 0,52% para 6.563,89 pontos.

O dia foi particularmente negativo para as empresas do setor da aviação. Desde logo, a Boeing foi uma das que prestou contas esta quarta-feira. Apesar das receitas e 24,31 mil milhões de dólares e lucros de 1,85 mil milhões no trimestre terminado em setembro, as ações da fabricante recuaram 3,19% para 257,51 dólares.

Também a telecom norte-americana AT&T esteve sob pressão esta quarta-feira. Os títulos da empresa desvalorizaram pela terceira sessão consecutiva, na ordem dos 4%, para 33,49 dólares cada título.

A par das empresas, a condicionar as negociações estiveram também as críticas dos senadores republicanos Jeff Flake e Bob Corker a Donald Trump, numa altura em que o Presidente dos Estados Unidos se prepara para tentar fazer passar uma robusta reforma fiscal. Isso poderá indicar que o chefe de Estado ainda terá de se esforçar nas negociações para que o plano receba luz verde.

Além disso, esta quinta-feira, o Banco Central Europeu (BCE) reunirá e deverá anunciar cortes no programa de estímulos para o próximo ano.

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