Bitcoin a caminho da fasquia dos 10.000 dólares

A moeda digital continua a disparar. Depois de passar dos 8.000 dólares, acelerou 18% no arranque desta semana para atingir um novo recorde nos 9.740 dólares.

A bitcoin está imparável. Depois de chegar aos 8.000 dólares, a divisa digital arrasou com os 9.000, aproximando-se cada vez mais da fasquia dos cinco dígitos, numa altura em que começa a conquistar cada vez mais validade junto dos investidores internacionais, apesar dos vários alertas para a existência de uma bolha.

Passou dos 8.000 dólares há uma semana. A tendência positiva manteve-se ao longo das sessões seguintes, sendo que no arranque desta semana assistiu-se a mais uma forte valorização. A moeda ganha 17,68% para 9.707,41 dólares, tendo chegado a ganhar um máximo de 18,07% para os 9.739,95 dólares.

“A forte subida da bitcoin é apenas a continuação de um bull market da moeda virtual, alimentada pelo tsunami de negociações especulativas nos mercado japoneses, mas também com o crescente apetite de vários investidores institucionais internacionais”, diz Thomas Gluscksmann, analista da Gatecoin, à Bloomberg.

E com a divisa cada vez mais perto dos 10.000 dólares, mais investidores sentir-se-ão tentados a entrar na loucura, apesar dos vários alertas de que poderá estar-se perante uma bolha. “É muito provável que a barreira estratosférica dos 10.000 dólares traga mais investidores”, acrescenta Gluscksmann.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Bitcoin a caminho da fasquia dos 10.000 dólares

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião