Revista de imprensa internacional

Theresa May promete rápida transição para o Brexit. Trump deixa de se preocupar com alterações climáticas. EUA culpam Coreia do Norte por ataque informático e a Amazon é acusada de abuso de poder.

No Reino Unido, as negociações para o Brexit continuam e Theresa May promete um divórcio rápido e para breve. Nos Estados Unidos, Donald Trump reformula estratégia de Barack Obama e deixa de se preocupar com as alterações climáticas. Ao mesmo tempo, a Casa Branca culpa a Coreia do Norte por um ataque informático realizado no início deste ano. Em França, a Amazon vê-se acusada de prejudicar as empresas com as quais colabora. Ainda na Europa, um banco alemão demora meio ano para conseguir contar 1,2 milhões de moedas entregues por um cliente.

Business Insider

Theresa May promete uma transição rápida para o Brexit

A primeira-ministra britânica prometeu aos deputados um acordo rápido de transição para o Brexit, estipulando um prazo de dois anos. Na passada sexta-feira, as negociações para o divórcio entraram na segunda fase, e Theresa May adiantou ainda que o Reino Unido pagaria um cheque de cerca de 40 mil milhões de libras (45,4 mil milhões de euros).

Leia a notícia completa no Business Insider (acesso livre, conteúdo em inglês)

The Guardian

Donald Trump retira alterações climáticas da estratégia dos EUA

O presidente norte-americano alterou de forma drástica o plano estratégico colocado em prática por Barack Obama, na altura do seu mandato, que colocava as mudanças climáticas como umas das principais preocupações dos Estados Unidos. Em vez disso, Donald Trump definiu como prioridade recuperar a competitividade económica dos EUA no mundo.

Leia a notícia completa no The Guardian (acesso livre, conteúdo em inglês)

Cinco Días

França denuncia Amazon por abuso de poder

O Ministério da Economia francês acusou a Amazon por práticas abusivas contra as empresas com as quais colabora em França. O governo francês considera que a multinacional impõe “um desequilíbrio significativo nas relações comerciais” com as empresas que vendem produtos na sua plataforma. O executivo terá solicitado uma multa de 10 milhões de euros.

Leia a notícia completa no Cinco Días (acesso livre, conteúdo em espanhol)

Reuters

Estados Unidos culpam Coreia do Norte por ataque cibernético

Donald Trump acusou publicamente a Coreia do Norte de ter sido a responsável pelo ataque informático que paralisou hospitais, bancos e outras empresas espalhadas por todo o mundo, no início deste ano. “O ataque foi generalizado e custou biliões, e a Coreia do Norte é diretamente responsável”, disse Tom Bossert, assessor do presidente norte-americano.

Leia a notícia completa na Reuters (acesso livre, conteúdo em inglês)

Deutsche Welle

Banco alemão demora seis meses para contar 1,2 milhões de centavos

Um funcionário de um banco alemão terminou esta semana de contar 1,2 milhões de centavos, entregues por um cliente que terá amealhado a elevada quantia durante 30 anos. O ex-motorista de camiões angariou as moedas durante as suas viagens e entregou-as no banco em sacos de congelação. As moedas eram de um e dois centavos, as mais pequenas do tempo dos marcos.

Leia a notícia completa no Deutsche Welle (acesso livre, conteúdo em inglês)

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O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

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