TAP transportou 14,2 milhões em 2017. Cresceu 21%

  • Juliana Nogueira Santos
  • 8 Janeiro 2018

2017 foi um ano de recordes para a companhia aérea nacional. O crescimento "nunca antes visto" de 21% poderá tirar o Grupo Tap dos prejuízos.

A TAP transportou mais de 14 milhões de passageiros em 2017, mais 2,55 milhões que no ano anterior. Os números da companhia aérea nacional indiciam um aumento de 21,7%, algo que já tinha sido apontado por Fernando Pinto como condição necessária para o Grupo TAP entrar em terreno positivo.

Para além do número de passageiros transportados, a taxa de ocupação de lugares também avançou 4,3 pontos percentuais no ano que passou, localizando-se nos 82,9%. O ano foi também de recordes para as rotas dos Açores e da Madeira, sendo que, em conjunto, atingiram um milhão de passageiros, traduzindo-se num aumento de 18,9%. O mesmo número foi atingido pelas rotas de ligação a África.

Foi através da Ponte Aérea que liga Lisboa a Porto que a TAP transportou mais passageiros em 2017, num total de 726 mil. Este valor implica um crescimento de 8% face ao ano de 2016. As várias rotas que ligam Portugal ao Brasil também recuperaram, com um volume de passageiros transportados de 1,6 milhões.

Só no mês de dezembro, e contribuindo para a consolidação destes números, a TAP atingiu os 1,169 milhões de passageiros. No princípio desse mês, Fernando Pinto, presidente executivo da companhia aérea nacional, tinha afirmado que o crescimento a dois dígitos do negócio da aviação ia ser suficiente para compensar os prejuízos da divisão de manutenção e engenharia.

“O resultado do grupo depende muito de um bom resultado da empresa aérea e de um resultado não tão mau da TAP Engenharia e Manutenção. A esperança existe, podemos ter boas notícias para dar, embora tudo seja possível até ao final do ano”, afirmou Fernando Pinto, apontando também que 20% seria “um crescimento nunca antes visto”.

Apoie o jornalismo económico independente. Contribua

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso. O acesso às notícias do ECO é (ainda) livre, mas não é gratuito, o jornalismo custa dinheiro e exige investimento. Esta contribuição é uma forma de apoiar de forma direta o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo rigoroso e credível, mas não só. É continuar a informar apesar do confinamento, é continuar a escrutinar as decisões políticas quando tudo parece descontrolado.

Introduza um valor

Valor mínimo 5€. Após confirmação será gerada uma referência Multibanco.

Comentários ({{ total }})

TAP transportou 14,2 milhões em 2017. Cresceu 21%

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião