Compta quer abrir centro de inovação em Viseu

  • ECO
  • 7 Fevereiro 2018

Tecnológica portuguesa quer abrir um novo centro de inovação em Viseu, mas tem um problema: os talentos são poucos para "aquilo que são as apostas". Este é sexto centro da empresa em Portugal.

Depois de o ter feito na capital, em Abrantes, Tomar, Évora e no Porto, a Compta quer agora instalar mais um centro de inovação em Viseu, mas nem tudo são rosas. “Há poucos [talentos] para aquilo que são as apostas”, confessou o presidente executivo da tecnológica portuguesa, ao Jornal de Negócios (acesso pago).

Apesar da atual dificuldade na “captação de talentos”, o polo de desenvolvimento deverá abrir portas ainda no primeiro semestre deste ano ou até ao final de 2018. O problema referido tem sido resolvido através da intensificação das ligações às universidades. “É a forma que estamos a encontrar de, logo à saída das universidades, estarmos mais próximos dos jovens”, contou Jorge Delgado.

Segundo o líder, a aposta em soluções próprias tem contribuído para a expansão da Compta e impulsionado o crescimento da sua equipa. No topo da lista das áreas de trabalho prioritárias da empresa estão a internet das coisas para smart cities, a energia, o ambiente e a agricultura.

A meta da tecnológica que celebra, este ano, 45 anos é que, até 2020, as soluções próprias representem metade das suas receitas — atualmente pesam apenas 20% do volume de negócios. Delgado admite que este é um objetivo “ambicioso”, mas garante que estão “a trabalhar” para o atingir.

A Compta opera em 28 mercados. No Brasil tem um escritório local, mas a sua a presença da tecnológica além fronteiras é feita sobretudo através de revendedores.

Contribua. A sua contribuição faz a diferença

Precisamos de si, caro leitor, e nunca precisamos tanto como hoje para cumprir a nossa missão. Que nos visite. Que leia as nossas notícias, que partilhe e comente, que sugira, que critique quando for caso disso. A contribuição dos leitores é essencial para preservar o maior dos valores, a independência, sem a qual não existe jornalismo livre, que escrutine, que informe, que seja útil.

A queda abrupta das receitas de publicidade por causa da pandemia do novo coronavírus e das suas consequências económicas torna a nossa capacidade de investimento em jornalismo de qualidade ainda mais exigente.

É por isso que vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo rigoroso, credível, útil à sua decisão.

De que forma? Contribua, e integre a Comunidade ECO. A sua contribuição faz a diferença,

Ao contribuir, está a apoiar o ECO e o jornalismo económico.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Compta quer abrir centro de inovação em Viseu

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião