Wall Street de vento e popa. Apple brilha com Buffett

  • ECO
  • 15 Fevereiro 2018

Os três principais índices bolsistas norte-americanos abriram, esta quinta-feira, em terreno positivo. Tecnológicas são as estrelas da sessão, com Cisco e Apple a liderarem os ganhos.

Depois da maré vermelha, da semana passada, o verde veio para ficar em Wall Street. Na abertura da sessão desta quinta-feira, os três principais índices norte-americanos negociavam em terreno positivo, puxados pelas cotadas tecnológicas, com destaque para a Apple.

O índice tecnológico Nasdaq abriu, por isso, a valorizar 0,69% para 7.193,26 pontos, seguindo o Dow Jones a mesma tendência de crescimento. O industrial sobe 0,72% para 25.071,85.

O índice de referência de Wall Street, S&P 500, não se deixa ficar atrás, avançando 0,68% para 2.717,06 pontos. Segundo a Reuters, esta quinta-feira consagra o ciclo de quatro sessões consecutivas mais forte desde meados de 2016. Apesar de o índice se manter 6% abaixo do seu recorde (registado a 26 de janeiro), já recuperou 4,56%, desde o mini-crash da semana passada.

“Estamos a olhar para uma boa abertura, talvez uma continuação dos ganhos de ontem“, afirmou Scott Brown, economista chefe da Raymond James, citado pela mesma agência. “Muitos dos investidores estão à procura de oportunidades nas quais pôr dinheiro. Ainda há muito dinheiro por aí à espera de ser aplicado”, reforçou o mesmo analista.

Para os ganhos desta quinta-feira contribuem, particularmente, as cotadas tecnológicas Cisco e Apple. Os títulos da empresa de redes de telecomunicações abriram a valorizar quase 5% (4,92%) para 44,16 dólares, impulsionadas pelo crescimento dos resultados no primeiro trimestre.

Já as ações da gigante liderada por Tim Cook sobem 1,67% para 170,17 dólares, animadas pelo aumento da participação da Berkshire Hathaway, a empresa de Warren Buffett, na companhia da maçã. Ao mesmo tempo que comprou mais ações da Apple, Buffett reduziu a exposição à IBM.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Wall Street de vento e popa. Apple brilha com Buffett

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião