BCP e Galp Energia mantêm Lisboa no vermelho

  • Rita Atalaia
  • 28 Fevereiro 2018

A bolsa nacional acordou no vermelho. A praça portuguesa está a ser pressionada pelas perdas do BCP, mas também da Galp Energia, num dia de quedas para o preço do petróleo nos mercados internacionais.

A bolsa nacional acordou no vermelho. Um desempenho que está a ser pressionado pelas perdas do BCP, mas também da Galp Energia, num dia de queda para os preços do petróleo nos mercados internacionais. A Jerónimo Martins — que hoje apresenta resultados — é das poucas cotadas a contrariar este sentimento negativo, ajudando a limitar a descida da praça portuguesa.

O PSI-20, o índice de referência nacional, abriu a sessão a cair 0,37% para 5.447,85 pontos, “condicionado pela envolvente externa”, referem os analistas do BPI, no Diário de Bolsa. A bolsa nacional acompanha a tendência no resto da Europa, com o Stoxx 600 a recuar 0,38% para 380,91 pontos.

PSI-20 mantém-se no vermelho

A pressionar segue a empresa liderada por Carlos Gomes da Silva. A Galp Energia recua 0,77% para 14,74 euros, acompanhando a descida dos preços do “ouro negro”. O Brent, negociado em Londres, recua 0,32% para 66,73 dólares, enquanto o WTI, negociado em Nova Iorque, desvaloriza 0,38% para 62,77 dólares. Isto depois de as reservas de energia terem registado um aumento nos EUA.

Ainda do lado das perdas, destaque para a EDP, com a energética a recuar 0,47% para 2,7550 euros. Uma tendência que não é acompanhada pela EDP Renováveis, com a subsidiária ainda a beneficiar dos resultados fortes apresentados na terça-feira. Olhando para o BCP, o banco liderado por Nuno Amado recua 1,10% para 28,83 cêntimos.

A Jerónimo Martins é uma de quatro cotadas que está a conseguir escapar a esta maré vermelha. A retalhista está a subir 0,32% para 17,3250 euros, no dia em que vai apresentar os resultados referentes a 2017, após o fecho do mercado.

(Notícia atualizada às 08h17 com mais informação)

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

BCP e Galp Energia mantêm Lisboa no vermelho

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião