A tarde num minuto

Não teve tempo de ler as notícias esta tarde? Fizemos um best of das mais relevantes para que fique a par de tudo o que se passou, num minuto.

Carlos Tavares já sabe a missão que o espera à frente do Montepio. Tomás Correia pretende que a nova administração tenha presente que o banco terá de “remunerar adequadamente” os seus acionistas. A meta já está definida: o Novo Banco quer acelerar a saída de 440 trabalhadores este ano. O banco liderado por António Ramalho já comunicou quais as condições que oferece para atingir o objetivo.

Carlos Tavares e a sua equipa estão prestes a iniciar funções na Caixa Económica Montepio Geral e já sabem qual a missão que os espera. A Associação Mutualista quer que o banco “remunere adequadamente o(s) seu(s) acionista(s) com caráter estável e sustentável”.

O Novo Banco tem como objetivo a saída de 440 trabalhadores até final deste ano e já comunicou aos funcionários quais as condições que está a oferecer com vista à redução do quadro de pessoal do banco, apurou o ECO.

Michel Barnier e David Davis, os dois negociadores do Brexit, chegaram a um acordo político sobre o período de transição da saída do Reino Unido da União Europeia. Depois de um fim de semana de negociações, as duas partes fizeram o anúncio numa conferência de imprensa esta segunda-feira. Este acordo será ainda apresentado aos chefes de Governo no Conselho Europeu desta semana.

Há mais uma empresa de carsharing na capital portuguesa. A emov, do Groupe PSA, vai chegar a Lisboa em abril, colocando nas ruas 150 automóveis da fabricante francesa. São Citroën C-Zero, ou seja, veículos elétricos que poderão ser utilizados por qualquer pessoa com recurso a uma simples aplicação para o smartphone.

Depois de terem invadido as ruas da capital em outubro, as bicicletas e motos da Glovo acabam de chegar ao Porto. A aplicação espanhola permite pedir comida de diversos estabelecimentos — da gelataria Santini ao restaurante Munchie, The Burger Kitchen — bem como requisitar recolhas e entregas de documentos, roupas e até medicamentos.

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O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

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António Costa
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