Obras na Ponte 25 de Abril devem custar 20,5 milhões

  • Lusa
  • 23 Março 2018

O concurso para a realização das obras de conservação da ponte lisboeta foi publicado esta sexta-feira em Diário da República pelo Ministério do Planeamento e das Infraestruturas.

O concurso público para as obras de reparação e conservação da Ponte 25 de Abril, com o preço base de 18 milhões de euros, foi hoje publicado no Diário da República (DR).

O concurso, a cargo da Infraestruturas de Portugal, prevê um prazo de dois anos (720 dias) para a conclusão dos trabalhos. A apresentação das propostas decorre até às 17:00 do dia 9 de maio.

Numa nota, o Ministério do Planeamento e das Infraestruturas (MPI) salientou que estão também “a ser desenvolvidos os processos respeitantes ao concurso público para a fiscalização da empreitada, que foi igualmente publicado hoje em DR com um valor base de 1,5 milhões de euros, e para a contratação da assistência técnica à empreitada, no valor de 895 mil euros”.

“No seu conjunto, o investimento previsto executar na conservação da Ponte 25 de Abril ascende a cerca de 20,5 milhões de euros”, salientou o MPI.

A assistência técnica à empreitada estará a cargo da Parsons, a empresa projetista que detém os direitos de autor do projeto de construção da ponte, que data da década de 1960, e que é simultaneamente a autora do projeto de instalação do caminho-de-ferro, alargamento do tabuleiro rodoviário e de beneficiação geral da Ponte 25 de Abril, concretizado na década de 90.

As intervenções previstas na ponte incidem sobre “elementos metálicos e em elementos de betão armado pré-esforçado do viaduto de acesso norte” e compreendem, entre outros, “a execução de trabalhos de construção metálica, soldadura, reposição localizada da proteção anticorrosiva, substituição de elementos não estruturais, limpeza, tratamento e pintura pontual de superfícies de betão”.

As intervenções de manutenção serão executadas em períodos de menor fluxo de tráfego na Ponte 25 de Abril, “nomeadamente em período noturno e em dias não úteis, de modo a não interferir com a normal circulação rodoviária e ferroviária”, salientou o Governo.

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