Lisboa vai ter um novo arranha-céus com 195 apartamentos

A ser construída em Campolide, a torre de 80 metros de altura vai ser constituída por 195 apartamentos e três pisos subterrâneos de estacionamento. O investimento vai rondar os 80 milhões de euros.

A freguesia de Campolide vai receber um dos edifícios mais altos da capital, construído exclusivamente para habitação. A torre de 26 andares, com outros três no subsolo, vai contemplar 195 apartamentos, cujo metro quadrado não ficará abaixo dos 3.500 euros. Este investimento de 80 milhões de euros da imobiliária Vanguard Properties tem data prevista de conclusão para o final de 2020.

Não é um arranha-céus, mas está perto. Vão ser 80 metros de altura, espalhados por 26 pisos que abarcarão 195 apartamentos de tipologias T0 a T5 Duplex. O projeto de 50.000 metros quadrados vai ser construído em Campolide e será destinado para investidores que estejam dispostos a pagar, pelo menos, 3.500 euros por metro quadrado, um valor adiantado por José Cardoso Botelho, diretor da Vanguard Properties, à Lusa.

Spa da Infinity

De nome Infinity, o edifício vai oferecer a quem lá morar vistas para Monsanto e para o Tejo. Para além disso, no 24º piso, haverá ainda uma piscina exterior, outra interior e ainda uma para crianças, somadas a uma sala de festas, a um ginásio, a um kids club, spa, salas de reuniões e um pátio exterior com área de jardim e um campo de padel. Nos três pisos subterrâneos, haverá ainda 352 lugares de estacionamento. O edifício vai também oferecer uma ligação pedonal e por ciclovia ao Parque Florestal de Monsanto.

“Este projeto será um marco na paisagem de Lisboa devido à dimensão, localização e linhas arquitetónicas. A torre vai oferecer uma qualidade e um conjunto de serviços únicos e de excelência aos seus residentes. A maioria dos pisos terá uma vista impressionante sobre o Aqueduto, o Monsanto e o Tejo. O Infinity será um dos edifícios mais altos e mais singulares do país. Trata-se, de facto, de um projeto único e nunca visto em Portugal que vai marcar a diferença”, afirma José Cardoso Botelho.

A construção do projeto tinha data marcada para o início deste ano, no entanto, a data teve de ser adiada. “Sofisticamos bastante o edifício e, por outro lado, havia algumas questões com os acessos que foram discutidos com a câmara e achámos mais prudente a data de outubro [para início das obras], mas é provável que se consiga começar as fundações mais cedo, antes do verão”, disse à Lusa o responsável.

O diretor da Vanguard Properties adiantou ainda que o projeto tem despertado interesse em vários países, como a Turquia, o Líbano ou o Brasil. Mas também dos portugueses, “pessoas tanto com vontade de viver, como de investir, sobretudo para apartamentos de menos dimensão”.

Interior da Infinity

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