Governo justifica atrasos na aprovação de pensões por falta de funcionários

  • Cristina Oliveira da Silva
  • 4 Abril 2018

O período que vai entre o pedido e o deferimento da pensão atinge "alguns meses", afirmou Vieira da Silva, sem concretizar. A culpa é da redução de quadros.

O Governo admite atrasos no deferimento das pensões e diz que os instrumentos criados para resolver a situação ainda vão “demorar alguns meses” a produzir efeitos.

“O atraso tem a ver com uma redução muito forte que houve no quadro de pessoal da Segurança Social, que é lenta — quer do ponto de vista quantitativo, quer qualitativo — a ser recuperada”, mas “estamos a tomar as medidas, nem sempre são tão rápidas como desejaríamos”, afirmou o ministro do Trabalho aos jornalistas, à margem de uma audição parlamentar.

Vieira da Silva clarificou que o que está em causa é o pagamento da primeira pensão, após o pedido. “Na generalidade das prestações, já se está a aproximar de valores que nós consideramos aceitáveis, no caso das pensões, o valor é excessivo”, disse.

Em causa estão “alguns meses” entre a data de requerimento e a de deferimento, admitiu o ministro, mas sem concretizar. As situações também dependem da complexidade das carreiras contributivas: há casos em que “é preciso ir a um passado longínquo, por vezes com menor informação, isso é um trabalho extremamente exigente”, argumentou.

O governante garante que já foram criados os instrumentos “para resolver definitivamente o problema, mas ainda vão demorar alguns meses a produzir os seus efeitos”.

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