Hoje nas notícias: Défice, derrama e S. João

  • ECO
  • 11 Abril 2018

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Os bloquistas querem que o Governo recue até sexta-feira — dia em que o Programa de Estabilidade dá entrada no Parlamento — na intenção de ir além das metas do défice acordadas com Bruxelas, esperando que a folga seja antes usada nos serviços públicos. Este é um dos destaques do dia na imprensa nacional.

Bloco de Esquerda dá até sexta-feira para Centeno recuar na revisão do défice

O Bloco de Esquerda espera que o Governo recue na intenção de ir além das metas do défice definidas com Bruxelas e use essa folga para investir em serviços públicos. O Programa de Estabilidade dá entrada esta sexta-feira no Parlamento. A concretização das ameaças só será conhecida quando o Governo apresentar o documento. Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado).

 

Dois terços das câmaras vão cobrar derrama às empresas

Mais de duas centenas das 308 câmaras do país optaram este ano por cobrar derrama às empresas. Há 63 com taxa reduzida. Das capitais de distrito, só três não vão fazer essa cobrança: Bragança, Castelo Branco e Portalegre. A maioria das restantes cobra a taxa normal (1,5%), ainda que cerca de metade admita isenções. Veja a notícia no Jornal de Negócios.

S. João tem 22 milhões para a ala pediátrica mas não os pode usar

O Hospital de S. João, no Porto, tem 22 milhões de euros para a ala pediátrica, mas não os pode usar. A verba destinada a obras está bloqueada pelas Finanças. O presidente do hospital considera miseráveis as sessões de quimioterapia a crianças feitas em corredores. Veja no Jornal de Notícias.

O fim das cauções e fiadores?

O Governo quer acabar com cauções e fiadores no âmbito do arrendamento. A falta de casas em Lisboa chega a levar inquilinos a pagar 12 meses adiantados, para poderem ficar com o imóvel. A notícia é do jornal i.

Polícias vão poder recorrer a militares no combate ao terrorismo

Em caso de ameaças ou incidentes graves, as Forças Armadas vão poder participar em operações de segurança interna, em ações como o reforço de patrulhas policiais para proteger pontos sensíveis ou partilha de informação e apoio com meios (comunicações, instalações, transportes e sanitários). Veja o artigo no Diário de Notícias.

 

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