Dívida pública regista primeira queda do ano em março. Está abaixo dos 246 mil milhões

O endividamento do Estado e das administrações públicas reduziu-se em 200 milhões de euros entre fevereiro e março deste ano, fixando-se nos 245,9 mil milhões de euros.

A dívida pública registou, em março, a primeira queda deste ano. Fixou-se em 245,9 mil milhões de euros, um valor que, ainda assim, fica acima do que tinha sido registado em janeiro.

Os dados foram publicados esta quarta-feira pelo Banco de Portugal, que dá conta de que o endividamento do Estado e das administrações públicas reduziu-se em 200 milhões de euros entre fevereiro e março deste ano, fixando-se nos 245,9 mil milhões de euros. Em fevereiro, a dívida era superior a 246 mil milhões de euros.

Dívida está nos 245,9mil milhões

O montante total da dívida pública em março está acima do que era registado em janeiro, quando era de 243,6 mil milhões de euros. Isto depois de, em fevereiro, Portugal ter registado o maior aumento da dívida pública desde abril do ano passado, num mês em que o Tesouro levantou mais de dois mil milhões de euros em títulos de dívida pública e em que não houve devoluções antecipadas ao Fundo Monetário Internacional (FMI).

“Para esta diminuição contribuiu essencialmente o decréscimo dos títulos de dívida e dos empréstimos”, justifica o Banco de Portugal.

Também a dívida líquida de depósitos foi reduzida, em 100 milhões de euros, para um total de 223,2 mil milhões de euros.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Dívida pública regista primeira queda do ano em março. Está abaixo dos 246 mil milhões

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião