Chivas Venture. Votação online dá três mil dólares à Academia de Código

Academia de Código ganhou três mil dólares, na fase de votação online do Chivas Venture. Portuguesa está agora na corrida aos 800 mil euros do prémio final.

Os votos já estão contados. Nas últimas três semanas, coube ao público decidir como distribuir a primeira fatia (200 mil dólares, isto é, cerca de 169 mil euros) do grande prémio de um milhão de dólares (cerca de 849 mil euros) do Chivas Venture. Com 165 mil votos, a portuguesa Academia de Código conquistou assim 3.182 dólares dessas duas centenas de milhares de dólares.

O Chivas Venture é uma competição global que pretende distinguir e apoiar empreendedores que desenvolvam projetos com forte impacto social ou ambiental. Das 27 startups a concurso, a mais votada (a chinesa LianDi) recebeu, neste estágio, 50 mil dólares. As quatro companhias com mais votos a seguir a essa (a brasileira Revoada, a polaca Neuro Device, a colombiana Arthrofood e a eslovaca Ecoheart), receberam 20 mil dólares, tendo as restantes startups (como a portuguesa) ganhado os referidos três mil dólares.

Depois desta fase, segue-se agora a batalha final: das empresas atualmente na corrida apenas cinco serão escolhidas para, em cinco minutos, impressionar o painel de jurados liderado pelo músico norte-americano will.i.am.

Essa cerimónia final terá lugar em Amesterdão, na Holanda, e está marcada para quinta-feira, 24 de maio. Os critérios que vão reger a seleção do grande vencedor são o impacto social do projeto, a escalabilidade da empresa, o modelo de negócio e estratégia organizacional, a viabilidade financeira e a experiência e compromisso na gestão de equipa.

Portugal está a ser representado, neste concurso internacional, pela Academia de Código. Esta startup oferece bootcamps de programação informática, que pretendem capacitar cidadãos desempregados com competências técnicas e soft skills de forma a facilitar a sua integração no mercado de trabalho.

Em janeiro, quando conquistou o lugar nesta última fase do programa, a representante da portuguesa adiantou que vencer o prémio final seria “uma excelente alavanca” para que a empresa consiga transformar “mais vidas e ter um impacto positivo na sociedade”.

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