Banco de Investimento Imobiliário do BCP aumenta lucros para 25,5 milhões

  • Lusa
  • 25 Maio 2018

Banco de Investimento Imobiliário, que pertence ao BCP, registou lucros de 25,5 milhões de euros, no ano passado, o que representa uma subida de 55% em relação a 2016.

O Banco de Investimento Imobiliário (BII), que pertence ao BCP, teve lucros de 25,5 milhões de euros em 2017, uma subida de 55% em relação aos 16,5 milhões de euros de 2016, divulgou esta sexta-feira ao mercado.

“Esta evolução foi essencialmente determinada pelo aumento verificado no produto bancário, não obstante a variação dos impostos correntes e diferidos, influenciada pela adesão em 2016 ao Regime Especial de Tributação dos Grupos de Sociedades”, lê-se no relatório hoje divulgado.

A margem financeira ficou em 7,3 milhões de euros, abaixo de 22,8 milhões de euros de 2016, devido aos menores juros pagos no crédito, e os resultados de serviços e comissões foram de 2,2 milhões de euros, abaixo dos 3,5 milhões de euros de 2016, devido ao aumento das comissões a pagar pelo BII ao BCP pelo uso das suas redes.

Já os resultados de operações financeiras passaram de um milhão de euros em 2016 para 42,8 milhões de euros em 2017 devido à alienação de títulos, nomeadamente obrigações de empresas e obrigações soberanas de Portugal.

No final de 2017, a carteira de crédito do BII era de 1.367,9 milhões de euros, menos 13,3% do que em 2016, o que o banco justifica com a “ausência de contabilização de novas operações de crédito” uma vez que, desde 2006, a produção de crédito à promoção imobiliária e crédito à habitação passou a ser “contabilizada nos livros do BCP”.

Assim, a atividade do BII atualmente passa apenas pela gestão da carteira de crédito constituída até julho de 2016.

O BCP teve lucros de 186,4 milhões de euros em 2017, quase oito vezes mais do que os 23,9 milhões de euros alcançados em 2016.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Banco de Investimento Imobiliário do BCP aumenta lucros para 25,5 milhões

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião