No metro de Pequim não é preciso passe. Basta o rosto e a palma da mão

  • ECO
  • 20 Junho 2018

Algumas estações do metro de Pequim vão passar a ter sistemas de reconhecimento facial e de scanner. O objetivo é identificar os passageiros, de forma mais rápida, e dar-lhes entrada automática.

Esquecer-se do passe em casa, não encontrá-lo no meio da confusão da mala ou, até mesmo, perdê-lo, não vai voltar a impedir que os habitantes de Pequim apanhem o metro. Algumas estações do metropolitano da cidade chinesa vão instalar sistemas de reconhecimento facial e de scanner para a palma das mãos. O objetivo é identificar os passageiros e dar-lhes entrada de maneira quase automática.

O sistema de reconhecimento facial permitirá identificar os passageiros através da rede de câmaras, poupando tempo na emissão e validação dos tradicionais bilhetes ou passes mensais. O scanner da mão terá a mesma função, mas, neste caso, a pessoa terá de colocar a palma da mão sobre o dispositivo.

A China é, assim, um dos países pioneiros na implementação deste tipo de sistemas de reconhecimento nas infraestruturas dos transportes. Mais uma vez, aposta na biometria, agora para agilizar o fluxo de viajantes que utilizam o metro. Segundo o jornal diário China Daily, Pequim empregará a biometria para melhorar a eficiência do serviço e, também, para reduzir custos.

A biometria está associada à identificação das pessoas através das suas características físicas, sejam elas os olhos, a palma da mão, as impressões digitais dos dedos, a retina ou a íris dos olhos. Hoje, além de usada em controlos de acesso, a biometria é utilizada também, por exemplo, na identificação criminal.

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