Se não conseguir ir à Web Summit, não desespere. Vai poder acompanhar todo o evento em podcast

  • ECO
  • 25 Junho 2018

A Web Summit fez uma parceria com a PodcastOne para criar episódios das talks da cimeira, tanto em direto como para rever edições passadas.

A Web Summit, um dos maiores encontros de empresas tecnológicas que se realiza na capital portuguesa, quer chegar a todos, mesmo os que não conseguirem marcar presença. Para isso, fez uma parceria com a PodcastOne, a plataforma de áudio digital suportada por publicidade, para disponibilizar algumas das talks, quer em direto quer para ouvir depois.

"Os 70.000 participantes do Web Summit demonstram a necessidade destes conteúdos que vão desde a tecnologia às finanças, startups, media e muito mais.”

Norman Pattiz

Chairman e CEO da PodcastOne

Os episódios serão divididos em seis categorias que incluem Business, Games e Tech. A parceria inclui também conteúdo das conferências tecnológicas do Web Summit: Collision, no Canadá, MoneyConf na Irlanda e RISE em Hong Kong. Os episódios estão disponíveis por streaming, e o download através do website e da app PodcastOne, e dos Apple Podcasts.

“Os 70.000 participantes do Web Summit demonstram a necessidade destes conteúdos que vão desde a tecnologia às finanças, startups, media e muito mais”, diz Norman Pattiz, CEO da PodcastOne. “Estamos entusiasmados por permitir que ainda mais pessoas em todo o mundo possam experienciar e serem inspiradas e informadas pelas apresentações produzidas pela equipa do Web Summit”, nota.

“Graças à nossa parceria com a PodcastOne, as vozes de alguns dos mais influentes pensadores e líderes do nosso tempo fica ao alcance dos nossos dedos”, diz em comunicado o CEO do Web Summit e co-fundador, Paddy Cosgrave. “Estar presente num evento do Web Summit é uma experiência como nenhuma outra e o nosso objetivo é partilhar esta experiência com o maior número possível de pessoas”, explica o CEO.

A Web Summit nasceu em 2010 na Irlanda, e veio em 2016 para Lisboa. Este ano a Web Summit vai realizar-se novamente na capital portuguesa, que já tem concorrência de outras cidades que também querem receber o evento. São esperadas 70 mil pessoas, de 170 países, e 1.200 oradores, incluindo líderes políticos, da área de desporto, moda e personalidades da música.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

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O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

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António Costa

Publisher do ECO

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