A lista continua a crescer. Adidas é a mais recente marca a prometer livrar-se dos plásticos não reciclados, até 2024

  • ECO
  • 16 Julho 2018

O objetivo da marca é que, até 2024, utilizem apenas poliéster reciclado no fabrico das roupas e sapatos.

A Adidas é a última marca a juntar-se à lista das empresas que estão a substituir o plástico e a arranjar alternativas mais sustentáveis. A fabricante desportiva estabeleceu a meta de utilizar apenas poliéster reciclado nas suas roupas e sapatos a partir de 2024.

Esta medida tem como objetivo tornar a cadeia de fornecimento mais sustentável. A Adidas tinha já uma linha de ténis feitos a partir de garrafas de plástico recicladas, que saiu em 2016, e outra feita com plásticos intercetados antes de chegarem aos oceanos, em parceria com a Parley, uma organização anti-poluição. Conseguiram vender 1 milhão destes últimos sapatos em 2017.

Seguindo este objetivo, a linha da coleção de primavera/verão do próximo ano vai conter cerca de 41% de poliéster reciclado. A empresa estima que esta medida vai poupar cerca de 40 toneladas de plástico, já que 50% do material que usam nos produtos da marca é poliéster, disse o diretor global de marca ao Financial Times (conteúdo em inglês). “Com este volume, não conseguimos fazer a transição de um dia para o outro”, diz Eric Liedtke, justificando a escolha da meta a seis anos.

Estas iniciativas para reduzir o plástico têm vindo de todo o tipo de empresas, desde a indústria alimentar, com a Starbucks e a McDonald’s, à fabricante de móveis IKEA.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

A lista continua a crescer. Adidas é a mais recente marca a prometer livrar-se dos plásticos não reciclados, até 2024

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião