Galp vai passar a fornecer energia à rede Mobi.E

  • Lusa
  • 20 Julho 2018

A Galp assinou um contrato com a Entidade Gestora para a Mobilidade Elétrica para ser a ser a fornecedora oficial da rede pública de veículos deste tipo. Gigante vai servir 400 pontos de carregamento.

A Galp vai passar a fornecer eletricidade, em exclusivo, nos 400 pontos de carregamento da rede pública de mobilidade elétrica da Mobi.E, foi anunciado esta sexta-feira.

“A Galp vai ser a fornecedora exclusiva de eletricidade nos 400 pontos de carregamento da rede pública de mobilidade elétrica da Mobi.E. O contrato com a Entidade Gestora para a Mobilidade Elétrica já foi assinado e fará agora chegar a energia da Galp à totalidade dos pontos desta rede, que integra cerca de 1.000 tomadas”, disse, em comunicado, a empresa portuguesa.

Desta forma, a energia fornecida pela Galp será utilizada no carregamento de veículos elétricos nos pontos de carregamento da rede pública e também, durante o período que antecede a abertura de mercado (prevista para o terceiro trimestre), nos autoconsumos dos próprios pontos de carregamento.

A partir do arranque da fase de mercado, “os utilizadores de veículos elétricos terão de abastecer contrato com uma Comercializadora de Energia para Mobilidade Elétrica”.

A Galp tem ainda em curso um processo de expansão da sua rede de carregadores rápidos que prevê a instalação de 18 novos carregadores de veículos elétricos em 2018, passando a empresa a operar em 36 carregadores do tipo.

Conforme indicou a empresa, o parque de veículos elétricos em Portugal tem uma dimensão estimada em cerca de 10 mil carros.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Galp vai passar a fornecer energia à rede Mobi.E

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião