EUA ameaça com os “maiores exercícios militares de sempre” com Coreia do Sul

  • Lusa
  • 30 Agosto 2018

O presidente norte-americano afirmou que não há razões para gastar dinheiro em "jogos de guerra" com a Coreia do Sul, mas avisou que poderá relançar os exercícios militares "maiores de sempre".

O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou, na passada quarta-feira, que não há razões para gastar dinheiro em “jogos de guerra” com a Coreia do Sul, mas avisou que poderá relançar os exercícios militares “maiores de sempre”.

Numa série de mensagens na rede social Twitter, definidas como um “comunicado da Casa Branca”, Donald Trump explicou que a relação com o líder da Coreia do Norte Kim Jong-un é “boa e calorosa” e que, como tal, não “há razões nesta altura para esbanjar dinheiro em jogos de guerra” entre os Estados Unidos da América e a Coreia do Sul.

Mas, se avançar com novos exercícios militares, com os sul-coreanos e os japoneses, serão “os maiores de sempre”, acrescentou Donald Trump.

Na curta mensagem, o Presidente voltou a dizer que a Coreia do Norte está a sofrer “uma pressão enorme por parte da China”, por causa das polémicas relações comerciais entre Washington e Pequim.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

EUA ameaça com os “maiores exercícios militares de sempre” com Coreia do Sul

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião