Portugal Ventures investe mais de dois milhões em turismo

Great Hotels of the World e Live Electric Tours são as duas novas participadas da gestora de capital de risco público.

A Portugal Ventures, gestora de capital de risco do Estado, acaba de anunciar um investimento de mais de dois milhões de euros nas startups Great Hotels of the World e a Live Electric Tours. Em comunicado, a entidade liderada por Rita Marques revela que o investimento é um reforço no portefólio no setor do turismo.

A Great Hotels of the World é uma rede de 61 hotéis com presença em 16 países que se prepara para relançar a marca em todo o mundo. “O hoteleiro independente quer manter a identidade e personalidade únicas do seu hotel, mas precisa de acesso a distribuição, vendas e marketing internacional para concorrer com as grandes marcas hoteleiras. A Great Hotels of the World oferece uma marca reconhecida, tecnologia de ponta e serviços customizados consoante as necessidades do hotel. O investimento da Portugal Ventures irá permitir o reforço da equipa em Lisboa e a expansão da marca em termos de serviços e destinos”, explica Pedro Colaço, CEO da GHOTW, citado em comunicado.

Já a Live Electric Tours é uma startup que trabalha numa nova forma de visitar as cidades, através de uma experiência de self drive com veículos 100% elétricos e tours programados em rotas customizadas. “É muito importante nesta fase da nossa empresa, uma vez que vai permitir atingir os objetivos que definimos quando lançámos o projeto. Queremos ser uma alternativa para as empresas de DMC que fazem atividades com turistas em Portugal, e por isso é fundamental conseguirmos aumentar o nosso stock de viaturas elétricas”, explica Djalmo Gomes, CEO da empresa.

A gestora de capital de risco prepara-se agora para lançar uma nova Call for Tourism, para dar acesso a investimento a startups que “contribuam para o desenvolvimento da oferta turística do país, que melhorem a experiência do turista e a eficiência do setor”. O setor é um dos prioritários para a equipa da gestora de capital de risco, contou a nova CEO, Rita Marques, na primeira entrevista que deu no cargo, ao ECO.

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No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

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António Costa

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