Banco de Portugal quer alertar jovens para a educação financeira. Até abriu conta no Instagram

  • Rita Frade
  • 3 Setembro 2018

BdP aproveita arranque do ano letivo para alertar os jovens para os riscos resultantes da má utilização dos canais digitais. Para isso, abre conta no Instagram.

O novo ano letivo está prestes a começar e, por isso, o Banco de Portugal aproveita o mote para alertar os jovens para os riscos resultantes da má utilização dos canais digitais. Para isso, até já abriu conta no Instagram, rede social privilegiada pelo banco para publicar as suas dicas de educação financeira digital (para além do Portal do Cliente Bancário), uma vez que é nela que se encontra grande parte da camada jovem.

Hoje em dia, “os canais digitais permitem ao cliente bancário aceder (…) a produtos e serviços financeiros em qualquer altura e em qualquer lugar“, mas a sua utilização “também acarreta riscos relacionados com a segurança das operações“, diz o banco em comunicado.

Segundo o Banco de Portugal, os “jovens são o segmento da população que mais capacidade e facilidade tem no uso das novas tecnologias“, mas também “tendem a ser mais confiantes, o que os pode levar a descurar algumas regras de segurança na utilização de canais digitais“.

Através da #ficaadica, o banco pretende, assim, “criar um movimento de promoção da educação financeira digital“, dando aos mais jovens dicas sobre cinco temas diferentes, durante cinco semanas.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Banco de Portugal quer alertar jovens para a educação financeira. Até abriu conta no Instagram

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião