Airbnb trouxe para Portugal 1,4 milhões de hóspedes no verão

Entre junho e agosto, os alojamentos anunciados na plataforma receberam um número recorde de hóspedes. Lisboa, Porto e Lagos foram as cidades que mais hóspedes conquistaram.

Durante os meses de verão, as preferências dos utilizadores do Airbnb caíram sobre terras lusas, ultrapassando um milhão de hóspedes. Portugal continua a ser um dos destinos mais populares da Europa , diz a plataforma, que destaca ainda um recorde de 60 milhões de viajantes em todo o mundo.

Entre junho e agosto, Portugal recebeu quase 1,4 milhões de hóspedes nacionais e internacionais, através do Airbnb, mais 18% do que no mesmo período do ano passado, anunciou a plataforma em comunicado. Entre os viajantes de todo o mundo, a média por noite fixou-se nos 82 euros.

Lisboa, Porto e Lagos foram as cidades que mais hóspedes conquistaram, seguidos de Albufeira, Portimão, Faro, Ponta Delgada, Quarteira, Vila Nova de Gaia e Tavira. Relativamente a destinos-tendência, Moura (Beja), Vendas Novas (Évora), Paços de Ferreira, Leça do Balio e Canelas (Porto) foram as localidades com maior crescimento entre os viajantes que escolheram o nosso país este verão.

Para os portugueses, Portugal continua a ser o destino preferido, seguido de Espanha, Itália, França, Croácia, Reino Unido, Estados Unidos, Grécia, Alemanha e Holanda. “De facto, o número de portugueses que ficaram em alojamentos anunciados na Airbnb este verão aumentou 32%, prova de que mais e mais pessoas no país querem descobrir um destino como se fossem um habitante local”, diz Arnaldo Muñoz, Country Manager para Portugal da Airbnb Marketing Services.

A nível mundial, o número de hóspedes também bateu um recorde de 60 milhões. A noite com mais hóspedes registados foi a 11 de agosto, na qual 3,5 milhões de visitantes fizeram o check-in na plataforma.

Ao fim de uma década de existência, o Airbnb conta atualmente com cinco milhões de anúncios, espalhados por 81 mil cidades. Nestes dez anos, os anfitriões ganharam mais de 41 mil milhões de dólares (35,3 mil milhões de euros) e os hóspedes permaneceram nos espaços mais de 300 milhões de vezes.

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