Aliança nasce com 13 mil assinaturas. Santana Lopes quer lugar entre os maiores partidos

Santana Lopes entregou quase 13 mil assinaturas no Tribunal Constitucional para formar o Aliança, a nova organização partidária que "quer ganhar um lugar entre os maiores partidos em Portugal".

Santana Lopes entregou esta tarde quase 13 mil assinaturas no Tribunal Constitucional para formalizar a criação do seu novo partido, o Aliança. Será um partido “europeísta mas apaixonado por Portugal”, vem para “criar um melhor ambiente político” e ganhar um lugar entre os maiores partidos, adiantou o seu fundador. “Queremos falar da realidade das pessoas e ter as melhores soluções para os seus problemas”, disse ainda.

Em declarações transmitidas pela Sic Notícias à saída do TC, Santana Lopes deixou uma ideia daquilo que será a nova organização política “de acordo com o século XXI”: “Teremos inscrições online, queremos interagir online com os portugueses, com quem queira inscrever-se no partido, com os simpatizantes”. E por aqui o fundador prevê uma estrutura simples e low cost.

Mais do que ser oposição, o Aliança pretende melhorar o ambiente político em Portugal e ser exigente: com o Governo e com os outros órgãos de soberania, incluindo o Presidente da República, assinalou ainda Santana Lopes.

"O Aliança não nasce para ter um dígito, nasce para ganhar um lugar entre os maiores partidos nacionais.”

Santana Lopes

Fundador do Aliança

“A Aliança nasce para fazer aquilo que é correto, para falar dos assuntos concretos e falar da realidade das vidas das pessoas”, declarou, destacando que o partido quer distinguir-se dos outros por ser aquele que apresenta “as melhores soluções para os problemas das pessoas”.

Santana Lopes revelou ainda que o Aliança vai concorrer em todos os atos eleitorais com ambição: “Não nasce para ter um dígito, nasce para ganhar um lugar entre os maiores partidos nacionais“. “Isso vai exigir muito trabalho, andar pelo país, falar com as pessoas, ter soluções para os problemas”, considerou.

Sobre o financiamento do partido, o fundador disse que virá das quotas dos militantes, do crowdfunding e dos próprios membros que fundaram o Aliança.

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