Medina diz que concurso para modernização do metro de Lisboa vai aumentar oferta em 20%

  • Lusa
  • 26 Setembro 2018

Em causa está a aquisição de 14 novas unidades triplas, melhorias da acessibilidade para pessoas com mobilidade condicionada, nova sinalização com "controlo contínuo dos comboios".

O concurso lançado para a modernização do metro de Lisboa vai permitir aumentar em 20% a oferta e, em algumas linhas, garantir comboios com intervalos inferiores a quatro minutos.

O Metro de Lisboa aponta o ano de 2025 como data limite para entrada em funcionamento do novo equipamento, entre material circulante e o sistema de controlo automático dos comboios, foi esta quarta-feira revelado na cerimónia de lançamento do concurso, em que participou o primeiro-ministro, António Costa.

O presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, estimou que o investimento de 127 milhões de euros permitirá “um acréscimo de 20% da oferta atual”, enquanto o presidente do conselho de administração do Metro, Vítor Domingos dos Santos, apontou que, no final do projeto, poderão atingir-se intervalos entre comboios inferiores a quatro minutos, em algumas linhas.

Em causa está a aquisição de 14 novas unidades triplas, melhorias da acessibilidade para pessoas com mobilidade condicionada e nova sinalização com “controlo contínuo dos comboios, garantindo a não ultrapassagem de pontos de paragem e dos limites de velocidade em cada ponto da rede”.

Será ainda substituído o sistema de controlo de passagem de sinais proibitivos, que foi instalado no início dos anos 1970 e está obsoleto. “Este sistema é das poucas coisas do fascismo que ainda funcionam em Portugal”, disse o ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, que também participou na cerimónia, no auditório do metro do Alto dos Moinhos.

O ministro ressalvou que “não há nenhum risco para a segurança dos passageiros”, mas sublinhou que “para que este risco não exista, o tempo de intervalo em composições não pode ser reduzido”, o que impede o aumento da oferta.

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