Revista de imprensa internacional

Esta sexta-feira fica marcada por mais uma greve da Ryanair, que deverá afetar mais de 40 mil passageiros. E, por falar em voos, a Google acaba de lançar uma nova ferramenta de planeamento de viagens.

O final da semana fica marcado por mais uma greve na Ryanair, que deverá afetar os planos de cerca de 40 mil passageiros. E, por falar em voos, a Google lança esta sexta-feira uma nova ferramenta de planeamento de viagens, que inclui a compra de passagens de aviões e a reserva de alojamento. De fora só ficam mesmo as viagens de automóvel, mas para isso existe a BlaBlaCar, que acaba de atingir a rentabilidade. Só em Espanha, esta rede conta com cinco milhões de utilizadores.

Reuters

Greve da Ryanair deverá afetar 40.000 passageiros em toda a Europa

As greves na Ryanair continuam. Esta sexta-feira, seis países europeus veem-se a braços com mais uma greve da companhia aérea irlandesa, principalmente da tripulação de cabine. A paralisação foi convocada, inicialmente, pelos tripulantes de cabine das bases de Portugal, Espanha, Bélgica, Holanda, Itália e Alemanha, mas entretanto os pilotos da Holanda e da Alemanha anunciaram que também se juntam ao protesto, aumentando a pressão sobre as negociações salariais e de condições. Os cancelamentos de voos deverão afetar os planos de mais de 40.000 passageiros em toda a Europa.

Leia a notícia completa em Reuters (acesso livre, conteúdo em inglês).

Tech Crunch

Google quer planear a sua viagem, de A a Z

A gigante tecnológica acaba de lançar uma nova ferramenta que vem agora juntar-se ao seu vasto portefólio no que toca a viagens. Esta nova ferramenta pretende facilitar o processo de programar uma viagem, “planear com antecedência pode tornar todo o processo menos stressante e menos dispendioso”, pode ler-se numa publicação da Google. A ideia é reservar um hotel e comprar as passagens de avião de acordo com os feriados e férias mais próximas. O utilizador seleciona o feriado que pretende aproveitar para fazer férias e a Google ajuda-o a marcar tudo. Além disso, esta ferramenta faz uma estimativa das alterações dos preços, de acordo com o que foi registado em 2017, e avisa-o quantos dias antes da viagem convém comprar o bilhete, de modo a ficar mais barato.

Leia a notícia completa em Tech Crunch (acesso livre, conteúdo em inglês).

El Economista

BlaBlaCar já dá lucro. Espanha é dos países que mais usa as boleias

A rede social de carros partilhados, ou das boleias, como é frequentemente apelidada, já tem resultados positivos a nível global. Mas é Espanha que é apontada como um dos países “mais relevantes” para a BlaBlaCar. Os espanhóis são dos principais utilizadores desta plataforma que, só naquele país, conta com cinco milhões de utilizadores e um crescimento interanual da sua atividade de 25% nos últimos três meses.

Leia a notícia completa em El Economista (acesso livre, conteúdo em espanhol).

Financial Times

Atividade global de M&A atinge nível recorde

A atividade global de fusões e aquisições (M&A) atingiu um recorde nos primeiros nove meses de 2018, superando a marca anterior, estabelecida há mais de uma década, na véspera da crise financeira. Até agora, este ano o valor dos negócios ascende aos 3,3 biliões de dólares, o que representa um aumento de 39% face ao valor apresentado em 2017. A contribuir para este salto estão os recordes nos preços das ações, a confiança do consumidor e os custos dos empréstimos relativamente baixos.

Leia a notícia completa em Financial Times (acesso condicionado, conteúdo em inglês).

Tech Crunh

Afinal o Facebook usa os dados de segurança dos utilizadores para outros fins

Nas redes sociais, o Facebook continua a dar que falar no que toca ao uso de dados pessoais. A empresa de Mark Zuckerberg veio agora confirmar que usa, de facto, os números de telefone que os utilizadores fornecem com o objetivo de manter as suas contas seguras para segmentá-los com anúncios. A confissão surge como resposta a um estudo realizado por académicos de duas universidades americanas sobre como o Facebook usa as informações pessoais dos seus registados para lhes oferecer anúncios sem o seu consentimento.

Leia a notícia completa em Tech Crunch (acesso livre, conteúdo em inglês).

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

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António Costa
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