Revista de imprensa internacional

Em Espanha, por um lado, os contratos locais na Ryanair estão mais perto, por outro, a fábrica da Mercedes Benz vai parar a produção. Na Alemanha, o setor bancário está preocupado com despedimentos.

Esta quinta-feira traz novidades ao nível das empresas. Em Espanha, a Ryanair vai optar por contratos locais e a fábrica da Mercedes Benz, em Vitoria, vai fazer uma paragem adicional a produção adicionalmente durante cinco dias. Na Alemanha, o setor bancário está preocupado com os despedimentos. Conheça estas e outras notícias que marcam a atualidade internacional.

El Mundo

Ryanair: contratos locais em Espanha no início de 2019

A companhia aérea irlandesa diz que vai fazer contratos locais em Espanha, já no início do próximo ano. Ainda assim, a Ryanair salienta que continua a haver a “ambiciosa possibilidade” de chegar a um acordo com os pilotos “antes do final do ano” e, também, com os tripulantes de cabine. “Há três coisas sobre as quais antes não falávamos e às quais agora estamos a dizer que sim, como os contratos locais, pagar impostos em Espanha e os empregos diretos (não por agências de recrutamento)”, diz Kenny Jacobs, responsável de marketing da empresa. A companhia aérea low cost considera, por isso, que está a ser “razoável” e “flexível”. “Queremos continuar a voar, não queremos greves”, acrescenta. Leia a notícia completa em El Mundo (acesso livre, conteúdo em espanhol).

Bloomberg

Setor bancário alemão espera mais cortes, mesmo depois dos 188 mil empregos perdidos

Na Alemanha, depois dos cortes — que já vêm desde o ano 2000 — de cerca de 188 mil empregos, muitos funcionários do setor bancário veem a digitalização como a próxima grande ameaça ao emprego. Só no setor bancário privado do país, cerca de 40% dos funcionários acreditam que a digitalização vai piorar a estabilidade no emprego a longo prazo. Uma pesquisa de 2015 concluiu que apenas 31% dos entrevistados esperavam uma deterioração. Por outro lado, a percentagem daqueles que esperam melhorias continuou quase constante, rondando os 25%. Leia a notícia completa em Bloomberg (acesso livre, conteúdo em inglês).

The Wall Street Journal

Sanções dos EUA podem atingir Índia por negócio com Rússia

O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, e o Presidente russo, Vladimir Putin, deverão fechar esta sexta-feira o acordo para a compra de 400 mísseis de defesa aérea russos pela Índia. O valor do negócio é de cinco mil milhões de dólares. As sanções norte-americanas, que têm como alvo a indústria da defesa russa e aqueles que fazem negócio com o país, podem assim atingir a Índia. Leia a notícia completa no The Wall Street Journal (acesso pago).

La Vanguardia

Mercedes Benz Vitoria para produção mais cinco dias

A fábrica da Mercedes Benz de Vitoria, em Espanha, vai parar a sua produção durante cinco dias adicionais aos que já vai parar este mês. A justificação, segundo fontes sindicais, prende-se com a incerteza em torna da venda de veículos diesel no mundo. Assim, em novembro, a produção vai estar suspensa durante os dias 2, 9, 16 e 23. No mês seguinte, em dezembro, a produção também para, no dia 21. Estes dias vão, assim, juntar-se a paragem que vai acontecer já na próxima semana na maior fábrica do País Basco. Leia a notícia completa em La Vanguardia (acesso livre, conteúdo em espanhol).

Bloomberg

May quer acelerar aprovação do acordo do Brexit

A equipa da primeira-ministra britânica está a desenvolver uma estratégia para conseguir passar o acordo do Brexit pelo Parlamento rapidamente. O objetivo é que a aprovação do plano sem demoras evite uma revolta dentro do partido. Depois de assinar os termos da saída com Bruxelas, os planos apontam para que em duas semanas o acordo seja ratificado, e que os membros do Parlamento votem pelo início de dezembro do próximo ano. Leia a notícia completa na Bloomberg (acesso condicionado).

Apoie o jornalismo económico independente. Contribua

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso. O acesso às notícias do ECO é (ainda) livre, mas não é gratuito, o jornalismo custa dinheiro e exige investimento. Esta contribuição é uma forma de apoiar de forma direta o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo rigoroso e credível, mas não só. É continuar a informar apesar do confinamento, é continuar a escrutinar as decisões políticas quando tudo parece descontrolado.

Introduza um valor

Valor mínimo 5€. Após confirmação será gerada uma referência Multibanco.

Comentários ({{ total }})

Revista de imprensa internacional

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião