Altice International Innovation Award: já se sabe quem vai avaliar os nove finalistas

Foram escolhidos seis finalistas da categoria de Startups, e três da Academia, projetos de alunos de mestrado ou doutoramento. Alexandre Fonseca e António Bob Santos fazem parte do júri.

Já são conhecidos o júri e os finalistas para uma iniciativa da empresa de telecomunicações Altice que premeia inovação. O Altice International Innovation Award recebeu 82 candidaturas, e daí foram escolhidos os nove melhores trabalhos. Simon Schaefer, da Startup Portugal, e António Bob Santos são alguns dos profissionais do júri.

Dos nove finalistas escolhidos pelo júri, seis são da categoria “Startups” e três de “Academia”. Estes incluem projetos como uma app para a descoberta lúdica da cidade, uma solução de carregamento de veículos elétricos, ou a capacidade de broadcast de vídeo HD através também do smartphone. Estas ideias vão ser defendidas na reta final da iniciativa.

O vencedor da categoria “Startups” vai receber um prémio de 50 mil euros e a possibilidade de concretização de um piloto com o grupo Altice, com a duração mínima de seis meses. Já o prémio para o melhor projeto entre os finalistas de mestrado ou doutoramento, da categoria “Academia”, é de 25 mil euros. A ANI também vai atribuir, pelo segundo ano, a distinção Born from Knowledge Awards, no valor de cinco mil euros, a um dos finalistas portugueses, entre ambas as categorias. Os vencedores são conhecidos no dia 10 de outubro de 2018.

O Grande Júri é composto por Alexandre Fonseca, CEO da Altice Portugal; Alcino Lavrador, Diretor da Altice Labs; António Bob Santos, Administrador da Agência Nacional de Inovação (ANI); Céline Abecassis-Moedas, Professora Associada e Diretora Académica do Centro de Inovação Tecnológica & Empreendedorismo da Universidade Católica Portuguesa; Pedro Oliveira, Diretor da Exame Informática; Simon Schaefer, Presidente da Startup Portugal; Paulo Jorge Ferreira, Reitor da Universidade de Aveiro; François Vauthier, CFO da Altice France; Mirna Eusebio, SVP Product Management & Marketing of Altice USA; e Xavier Darche, Senior VP Engineering of Altice.

Para Alexandre Fonseca, citado em comunicado, esta iniciativa é uma “evidência sólida da valorização da inovação como prioridade estratégica, não só para o desenvolvimento de um ecossistema de stakeholders fundamentais, mas também para o do próprio país, cujas economia e capacidade competitiva dependem diretamente do investimento em inovação tecnológica”.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Altice International Innovation Award: já se sabe quem vai avaliar os nove finalistas

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião