Ocupação da hotelaria no Algarve cresce pela primeira vez este ano em agosto

A nível nacional, a taxa de ocupação na hotelaria registou uma descida homóloga em agosto. Mas na região do Algarve, o setor viu a primeira variação homóloga positiva desde o início do ano.

O arranque tardio deste verão, com temperaturas mais baixas do que o normal nos primeiros meses, influenciou o desempenho das unidades hoteleiras do país. Para o Algarve, uma das zonas mais turísticas do país, foi em agosto que se verificou a primeira variação positiva na taxa de ocupação da hotelaria desde o início do ano.

Os estabelecimentos hoteleiros da região algarvia alcançaram uma taxa de ocupação de 93% em agosto, numa subida homóloga de 0,2 pontos percentuais, revelam os AHP Tourism Monitors, da Associação da Hotelaria de Portugal. A Costa Azul e o Grande Porto foram as outras zonas onde os hotéis mais ficaram preenchidos, com uma taxa de ocupação acima de 90%.

Já a nível nacional, verificou-se uma queda homóloga de 1,3 pontos percentuais para os 87% em agosto. A zona de Leiria, Fátima e Templários foi um dos destinos que contribuiu para esta descida, já que a taxa caiu oito pontos percentuais para 67%. Pelo lado inverso, as unidades hoteleiras de Coimbra destacaram-se no mês tipicamente escolhido para as férias de verão, com um aumento de 5,1 pontos percentuais face ao mesmo período do ano anterior, atingindo os 82%.

“Apesar de a taxa de ocupação ter decrescido, os resultados são globalmente bons. Em termos absolutos, este foi, sem surpresas, o melhor mês do ano. Dos 14 destinos do Hotel Monitor, apenas 3 (Beiras, Viseu e Leiria/Fátima/Templários), registaram ocupações abaixo dos 80%”, aponta Cristina Siza Vieira, da AHP, citada em comunicado.

O preço médio por quarto ocupado subiu 6%, e rondou os 121 euros em agosto. Já para os quartos disponíveis, o preço médio fixou-se nos 105 euros, mais 4% face ao período homólogo.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Ocupação da hotelaria no Algarve cresce pela primeira vez este ano em agosto

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião