Candidato presidencial Jair Bolsonaro já votou no Rio de Janeiro

  • Lusa
  • 28 Outubro 2018

O candidato do Partido Social Liberal (PSL) votou este domingo às 12h17 (hora de Lisboa) na escola municipal Rosa da Fonseca, em Deodoro, na região oeste do Rio de Janeiro.

O candidato do Partido Social Liberal (PSL) à Presidência do Brasil, Jair Bolsonaro, votou este domingo às 09h17 (12h17 em Lisboa) na escola municipal Rosa da Fonseca, na Vila Militar, em Deodoro, na região oeste do Rio de Janeiro.

De acordo com o portal de notícias G1, as medidas de segurança no local foram reforçadas com barreiras e uma maior presença da polícia do exército. As polícias militar e federal também trabalharam na operação de segurança do candidato do PSL. Uma hora antes do início da votação, o local foi objeto de uma inspeção para prevenir bombas ou outros explosivos, em que foram usados vários equipamentos e cães pisteiros. Além disso, os eleitores que votam na escola Rosa da Fonseca tiveram de passar por uma barreira para serem revistados por oficiais das Forças Armadas.

Na segunda volta das presidenciais brasileiras, disputam o Palácio do Planalto Jair Bolsonaro (extrema-direita) e Fernando Haddad, candidato do Partido dos Trabalhadores (PT/esquerda). Além da corrida presidencial, milhares de eleitores brasileiros vão escolher hoje 14 governadores.

Haverá segunda volta nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minais Gerais, Rio Grande do Sul, Rondónia, Roraima, Sergipe, Amazonas, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e Sergipe.

As assembleias de voto têm o encerramento previsto para as 17h00 de cada fuso horário. As últimas urnas eletrónicas a fechar serão no estado do Acre, 22:00 em Lisboa, junto à fronteira com o Peru. O sistema de voto brasileiro é feito através de urnas eletrónicas e, caso enfrentem um problema técnico, serão trocadas por outra do mesmo tipo ou pelo sistema tradicional de voto de boletim em urna.

Esta é já considerada uma das eleições mais atípicas das últimas décadas, tendo sido marcada por várias polémicas e por uma forte polarização política entre a extrema-direita e a esquerda.

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