REN vê lucros crescerem 2,3%. Portgás ajuda

A REN- Redes Energéticas Nacionais reportou lucros de 91 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano. Consolidação da Portgás impulsiona EBITDA.

A REN- Redes Energéticas Nacionais fechou os primeiros nove meses do ano com lucros de 90,9 milhões de euros, um crescimento de 2,3% face ao período homólogo do ano anterior, informou esta quinta-feira a empresa liderada por Rodrigo Costa, em comunicado enviado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

A empresa assinala que apesar do resultado líquido ter beneficiado do sólido desempenho financeiro que melhorou 2,3% para -43,5 milhões de euros, beneficiando de um menor custo médio da dívida, foi penalizado pelo aumento das amortizações (13,4 milhões de euros com a integração da Portgás), e pela manutenção do imposto extraordinário do setor energético (25,4 milhões de euros em 2018 e 125 milhões em cinco anos). Excluindo os efeitos extraordinários, o resultado líquido recorrente foi de 112,5 milhões de euros.

O resultado bruto de exploração (EBITDA) aumentou 3,8% para os 378,4 milhões de euros, impulsionado pela consolidação da Portgás com um impacto de 31,8 milhões de euros e pelo aumento da contribuição dos custos operacionais (OPEX) cujo impacto foi de 8 milhões de euros e ainda pela venda do negócio de GPL à Energyco (4 milhões de euros).

A REN destaca ainda que “a Portgás contribuiu ainda para um aumento de 460,5 milhões de euros no RAB (base de ativos regulados) médio, que atingiu 3.835,2 milhões de euros, versus 3.462,5 milhões de euros nos primeiros nove meses de 2017″.

Os custos operacionais (OPEX) aumentaram 14,9% para 91,5 milhões de euros, refletindo a operação de aquisição da Portgás. Excluindo esta operação, o OPEX teria diminuiu 4%.

A dívida líquida abateu 4,1% para os 2643,8 milhões de euros face a dezembro de 2017.

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