Facebook lança guia de Lisboa. E os cicerones são os locais

Rede social escolheu 25 líderes de grupos locais para apresentarem os seus "roteiros" na cidade de Lisboa. O guia está disponível online e, em papel, em inglês e português.

Facebook escolhe Lisboa para lançar primeiro guia para uma capital mundial.Facebook

Lisboa ganhou esta quarta-feira um guia da cidade com recomendações feitas pelos próprios locais. O Facebook desafiou as comunidades da cidade na rede social a fazerem parte da iniciativa e escolheu 25 que, pela diversidade e sugestões, figuram agora num guia publicado em português e em inglês e que será, numa primeira fase, distribuído com a revista Time Out e através de outros acordos com diversas entidades ligadas ao turismo da cidade.

 

“Tornar o mundo mais próximo é a missão do Facebook. E Lisboa e os lisboetas são pessoas apaixonadas pela cidade”, explica Lola Banos, diretora de comunicação do Facebook na Península Ibérica.

Foi a pensar nestas comunidades e nos conselhos que os locais podiam dar a quem vem de fora que o guia foi criado. Esta é a segunda vez que o Facebook organiza um guia de cidade — a estreia foi para Sevilha, apenas em versão castelhana — mas a primeira vez que o guia é impresso em duas línguas — português e inglês — e, que retrata uma capital. A escolha da capital quis celebrar Lisboa como European Leading City Destination pela World Travel Awards em 2018, mas com uma abordagem diferente: os guias da cidade são os próprios habitantes, que integram também algumas das comunidades mais significativas da cidade.

“O Facebook compilou as recomendações de 25 grupos que utilizam a plataforma para se juntarem em prol de causas e interesses comuns, para se encontrarem pessoalmente ou planearem atividades em grupo. O resultado é um guia que reflete toda a riqueza cultural tradicional de Lisboa e de locais inovadores, onde a cidade prospera, exprimindo uma combinação perfeita de tradições, bem como da inovação cosmopolita e tecnológica“, explica o Facebook.

Entre as dicas dos cicerones deste guia estão bairros tradicionais, gastronomia local, cultura tradicional, arte e história mas, também, sugestões nos bairros modernos e emergentes, cultura moderna, vida saudável e criatividade.

Helena Aguiar é uma das “amigas” da comunidade a dar conselhos aos turistas.

O guia, que será distribuído com a revista Time Out e, no futuro, também em alguns locais da cidade mediante parcerias ainda por anunciar, está disponível online em português e inglês. Além do guia, os líderes das 25 comunidades estão retratados numa exposição patente no segundo piso do Lisbon Story Centre, no Terreiro do Paço, até 25 de novembro.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Facebook lança guia de Lisboa. E os cicerones são os locais

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião