Bolsas em queda. Lisboa cai 1% para mínimos de março de 2017

As bolsas mantém a tendência negativa das últimas sessões. A Europa está em queda, tendência a que Lisboa não escapa, sendo penalizada pelo setor da energia.

Depois do forte trambolhão na última sessão, as praças europeias seguem novamente em queda. Neste que é o último dia de negociação da semana, Lisboa segue a tendência negativa, penalizada pelos títulos do setor energético, renovando mínimos de março de 2017. Galp Energia destaca-se, apesar da recuperação dos preços do petróleo.

O Stoxx 600, que reúne as maiores empresas do Velho Continente, cede 0,2%, sendo que entre as principais praças europeias as quedas variam entre 0,1% e 0,3%. São descidas ainda assim bem menos expressivas do que as registadas na última sessão perante receios dos investidores quanto ao abrandamento do crescimento económico mundial.

Em Lisboa, o PSI-20 apresenta uma desvalorização mais expressiva, de 1%, com a generalidade das cotadas em “terreno” negativo. Só a Semapa e a Sonae Capital sobem, enquanto a Ibersol está inalterada. A dona da Navigator ganha 2,82%, já a papeleira, que recebeu um crédito fiscal para a expansão da fábrica na Figueira da Foz, cede quase 1%.

A pesar no comportamento do índice estão os títulos do setor energético, com a EDP Renováveis a ceder 3,2% para 7,41 euros, enquanto a EDP recua ligeiros 0,13% para 2,976 euros. A Galp Energia, num dia em que os preços do petróleo sobem mais de 1%, está a perder 10,7% para 13,47 euros.

Nota ainda para as quedas do BCP que cai 0,5%, mas também para a Jerónimo Martins e a Sonae. A dona do Pingo Doce perde 0,64% para os 10,04 euros, já a Sonae está a ceder 0,74% para os 80,15 cêntimos.

(Notícia atualizada às 8h14 com mais informação)

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