Receitas da IP aceleram. Portagens geraram quase 400 milhões

As portagens rodoviárias permitiram um encaixe de 392,7 milhões de euros à Infraestruturas de Portugal. Maior parte da receita foi obtida em autoestradas equipadas com sistemas de cobrança eletrónica.

A Infraestruturas de Portugal (IP) fechou o ano de 2018 com uma receita em portagens rodoviárias de 392,7 milhões de euros, um crescimento de 8% face ao ano anterior, anunciou a empresa em comunicado, esta quinta-feira.

A maioria da receita foi obtida em autoestradas equipadas com sistemas de cobrança exclusivamente eletrónica de portagem.

A empresa justifica este resultado com a “melhoria no nível de eficiência dos sistemas de cobrança, bem como o gradual e consistente aumento do volume de tráfego nas autoestradas nacionais“.

Ainda segundo a IP “esta realidade foi impulsionada também pelos incentivos à utilização destas vias, nomeadamente pela aplicação do regime de modulação do valor das taxas de portagem”.

As concessões com portagem real (A21: Norte; Grande Lisboa) cresceram 8% para os 105,3 milhões de euros, uma subida idêntica à das concessões com portagem eletrónica (troços IP da A23; Costa de Prata; Grande Porto; Norte Litoral; Beiras Litoral e Alta; Interior Norte; Algarve; Túnel do Marão) que totalizaram os 256,6 milhões de euros.

Já as subconcessões com portagem eletrónica (AE Transmontana; Baixo Tejo; Pinhal Interior; Litoral Oeste) apresentaram uma receita de 30,8 milhões de euros.

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