Bolsas em queda. Energia castiga o PSI-20

Depois do trambolhão na última sessão, as praças europeias prosseguem as quedas. Lisboa acompanha a tendência, com o setor energético a pressionar.

Mantém-se a tendência. Depois das fortes quedas na sessão anterior, as bolsas europeias voltam a desvalorizar, tendência a que a praça nacional não escapa. Em vez do BCP, que afundou na última sessão, a pressionar o índice nacional estão os títulos do setor da energia, sendo que o setor do retalho também condiciona a negociação em Lisboa.

O índice de referência da praça portuguesa desce 0,36% para 5.117,69 pontos, depois de uma queda de mais de 1% na sessão anterior. Na Europa, o Stoxx 600 cai 0,2%, depois de também ter afundado na última sessão. Os investidores continuam assustados com as previsões de abrandamento económico para este ano e o próximo, feitas pela Comissão Europeia.

A Galp Energia é uma das cotadas que mais pressão coloca no comportamento da praça nacional. Num dia de quedas no petróleo, e antes de a empresa revelar as contas de 2018, as ações da cotada liderada por Carlos Gomes da Silva registam uma queda de 0,8% para os 13,66 euros.

A EDP está também em queda, recuando 0,65% para 3,188 euros, enquanto a EDP Renováveis escapa. A empresa liderada por Manso Neto é uma das três cotadas que valorizam no PSI-20, impedindo uma descida mais acentuada do índice nacional. Nas subidas, o BCP merece destaque já que regista uma ligeira subida depois da queda de quase 4% na sessão anterior.

A pesar no comportamento do índice está também a Jerónimo Martins ao recuar 1,02% para 13,08 euros, tendência negativa seguida pela Sonae que cede 0,22%.

(Notícia atualizada ás 8h13 com mais informação)

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