Hoje nas notícias: Função Pública, passes e médicos

  • ECO
  • 11 Fevereiro 2019

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

O início da semana é marcado pela saúde, com a Ordem dos Médicos a propor a duração mínima de 30 minutos para as consultas com os médicos de família. O bastonário da Ordem alerta ainda para deficiências no Serviço Nacional de Saúde, adiantando que desde que assumiu funções não viu um investimento sério. Pela Função Pública, a revisão de subsídios de 700 milhões pagos aos funcionários foi esquecida. Já a aplicação da medida que prevê a diminuição do preço dos transportes públicos na capital não parece ter uma verba de dimensão suficiente. Veja estas e outras notícias que marcam as manchetes nacionais.

Subsídios de 700 milhões pagos na Função Pública ficaram por rever

A revisão de subsídios pagos na Função Pública, cujo valor ascende a 700 milhões de euros, ficou por fazer. Totalizam 280 suplementos que são somados ao salário, como abonos para lavar os carros, compensar tempo no campo ou premiar a assiduidade. Cerca de um quarto das carreiras recebe mais do que cinco apoios cumulativos. Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso livre).

Verba para descer passes em Lisboa não é suficiente

A Área Metropolitana de Lisboa ficará com uma fatia de quase 75 milhões de euros do bolo do Programa de Apoio à Redução Tarifária, que prevê a diminuição do preço dos passes nos transportes públicos, a partir de 1 de abril. Mas esta verba não será suficiente para cobrir o défice criado pela medida, cujo impacto pode atingir os 90 milhões de euros, de acordo com as contas dos municípios, que têm como base a procura e custos atuais. Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

Médicos de família querem consultas com 30 minutos

A Ordem dos Médicos quer resolver um dos problemas que origina mais reclamações dos doentes, que é a falta de tempo para falar com os médicos. A proposta da Ordem é que as primeiras consultas feitas pelos médicos de família tenham uma duração padrão de 30 a 45 minutos, de acordo com um documento ao qual tiveram acesso o Público, Diário de Notícias e Renascença. A medida pode fazer com que seja necessário diminuir o número de utentes à responsabilidade de cada médico. Os tempos recomendados para a duração das consultas variam de acordo com as mais de 60 especialidades, e têm também em conta aspetos como o recurso a tecnologia ou se é uma consulta de seguimento. Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado).

Bastonário diz que desde que iniciou funções “não há um investimento sério no SNS”

Miguel Guimarães, bastonário da Ordem dos Médicos, há cerca de dois anos admite que “provavelmente o SNS está pior do que há 20 anos”. “As pessoas estão mais insatisfeitas”, diz. O urologista considera que “o SNS está com graves deficiências”, mas os “profissionais de saúde deram um contributo muito importante para aquilo que foi a capacidade de resposta do SNS” (Serviço Nacional de Saúde). O bastonário é perentório ao afirmar que “o SNS está mais ou menos paralisado”. “Desde que sou bastonário que não há um investimento sério no SNS”, defende sublinhando que não basta o primeiro-ministro anunciar “que se contrataram mais meia dúzia de médicos”. “Não há vontade de quem está na política de resolver os problemas das pessoas”, conclui. Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago).

Setúbal já tem mil franceses a residir na cidade

A presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira, revela que a cidade já tem mais de mil franceses residentes. Num momento em que o preço da habitação na Margem Sul aumenta com o anúncio do novo aeroporto, a edil sublinha que, em Setúbal, também existe uma comunidade italiana e uma belga. Maria das Dores Meira, em entrevista ao jornal i, revela ainda que “a maior parte das ostras que entram em Paris são de Setúbal” e diz não perceber “qual é o drama das dragagens”, isto depois de um parecer de uma investigadora que avaliou os sedimentos no fundo do Sado ter pedido um “estudo aprofundado” dos riscos destas dragagens já que estas podem trazer problemas para a saúde humana. Leia a notícia completa no Jornal i (acesso livre).

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