Carlos Costa rejeita que tenha tomado decisões ruinosas para a CGD. Ouça as explicações sobre os créditos a Vale do Lobo e a Manuel Fino

Em entrevista à SIC, o Governador do Banco de Portugal explicou porque alega que não teve qualquer poder de decisão nos créditos ruinosos dados pela CGD a Vale do Lobo e ao empresário Manuel Fino.

Os olhos estiveram postos em Carlos Costa, governador do Banco de Portugal, que aceitou ser entrevistado esta terça-feira à noite, na SIC. Tem sido um dos nomes mais atacados na sequência da divulgação da auditoria da EY a 15 anos de gestão na Caixa Geral de Depósitos (CGD), tendo sido administrador não executivo do banco público entre abril de 2004 e setembro de 2006, altura em que foram aprovados créditos ruinosos que resultaram em perdas de centenas de milhões de euros. Ouça as explicações do governador.

A explicação sobre o crédito a Vale do Lobo

Em relação ao crédito ao empreendimento de Vale do Lobo, Carlos Costa assume que esteve numa reunião em que a administração chegou a um acordo de princípio sobre o que seria feito caso o empreendimento fosse vendido pelo então acionista. Segundo o Governador, o negócio em que a CGD depois participou não tinha “nada a ver” com o que foi decidido nessa primeira reunião.

A explicação sobre os créditos a Manuel Fino

Em relação aos créditos ao empresário Manuel Fino, Carlos Costa disse que o crédito decidido na reunião do Conselho Alargado de Crédito em que marcou presença “foi reembolsado em 2009”.

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