Certificados de aforro continuam a atrair poupanças das famílias

Entre certificados de aforro e do Tesouro, os produtos do Estado captaram 87 milhões de euros. Valor encolheu face aos meses anteriores.

Continuam a ser os certificados do Tesouro a captar a maior parte da poupança das famílias, mas os certificados de aforro destacam-se por, pelo quarto mês consecutivo, voltarem a apresentar um saldo positivo. No total, através dos dois produtos, o Estado financiou-se em 87 milhões de euros, uma quebra face aos últimos meses.

De acordo com os dados do Banco de Portugal, em fevereiro estavam aplicados 16.594 milhões de euros em certificados do Tesouro, um aumento de 73 milhões de euros face ao primeiro mês do ano. Este valor compara negativamente com os 103 milhões registados em janeiro.

A juntar a estes 73 milhões há ainda mais 14 dos certificados de aforro, que elevam para 87 milhões o saldo entre resgates e novas subscrições destes produtos do Estado.

Pelo quarto mês consecutivo, o investimento líquido em certificados de aforro foi positivo. É um movimento que se iniciou nos últimos meses do ano passado, coincidindo com o período de liquidação dos primeiros Certificados do Tesouro Poupança Mais, com maturidade a cinco anos.

Com o dinheiro a cair na conta dos subscritores, com os Certificados do Tesouro Poupança Crescimento a apresentarem taxas menos atrativas, bem como os depósitos dos bancos a remunerarem quase zero, está a haver um maior apetite pelos certificados de aforro, após anos de resgates. Em quatro meses entraram 53 milhões de euros.

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