Rui Rio: Movimento 5.7 “é uma realidade de ordem mediática”

Presidente do PSD considera que o Movimento 5.7, lançado pelo social-democrata, Miguel Morgado, é uma realidade muito "mais de ordem mediática do que de implementação na sociedade”.

Presente em mais uma edição do ECO Talks, o presidente do PSD desvaloriza o Movimento 5.7, lançado recentemente pelo social-democrata Miguel Morgado. Para o líder social-democrata a iniciativa “é uma realidade muito mais de ordem mediática do que de implementação na sociedade”. “A forma como funciona deriva muito da relação de três ou quatro pessoas com três ou quatro jornalistas, e é isso que lhe dá existência”.

Rio vai ainda mais longe, e dizendo não querer ser “deselegante”, diz parecer-lhe “óbvio que se o 5.7 ou outro número qualquer nascessem em Vila Real, em Chaves ou Bragança não existiam. É uma realidade mais de ordem mediática do que de implementação real na sociedade”.

Ainda assim, Rui Rio admite que é importante fazer “uma reflexão sobre o que é a social-democracia em 2019, diferente do que era em 1974 ou no pós-guerra”, o que aliás, “é uma coisa que se está permanentemente a fazer”. “Mas não vamos confundir, porque há duas coisas que sei que a social-democracia não é, não é o socialismo, não é o liberalismo. Não é. Isso é uma discussão estéril.”

Neste contexto, Rui Rio frisa que “o PSD é um partido de centro, nestas eleições europeias o PSD candidata-se contra os movimentos de extrema-direita que têm surgido por esses países fora na Europa”. Para o social-democrata, o PSD “não é uma ponte para a extrema direita”. Já quando à oposição, Rui Rio é assertivo: “O PS é um partido de esquerda que é uma ponte para a extrema-esquerda. E isto é uma diferença muito grande.”

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